O Tesouro Direto hoje opera com taxas em queda no primeiro pregão de 2026, nesta sexta-feira (02/01), refletindo ajuste nos preços dos títulos públicos logo na abertura do mercado. O recuo atinge tanto os papéis prefixados quanto os indexados à inflação, alterando o retorno oferecido ao investidor pessoa física.
Nos títulos prefixados, as taxas recuam em diferentes vencimentos. O Tesouro Prefixado 2028 oferece retorno de 13,04% ao ano, enquanto o papel com vencimento em 2032 rende 13,60%. Já o Tesouro Prefixado com juros semestrais 2035 opera a 13,61%, indicando valorização desses títulos no início do ano.
Tesouro Direto hoje e o comportamento dos prefixados
No Tesouro Direto hoje, a queda das taxas prefixadas sinaliza revisão das expectativas do mercado para o cenário de juros à frente. Como o rendimento é definido no momento da aplicação, o recuo das taxas eleva o preço dos títulos já negociados, favorecendo quem busca travar uma taxa nominal no médio e longo prazo.
Além disso, os valores mínimos de investimento permanecem acessíveis, com aplicações a partir de poucos reais em alguns vencimentos. Esse fator mantém o apelo dos prefixados para investidores que acompanham o mercado diariamente e ajustam suas decisões conforme as oscilações.
Tesouro Direto hoje nos títulos atrelados à inflação
Os papéis indexados ao IPCA também registram queda nas taxas. O Tesouro IPCA+ 2029 rende IPCA + 7,72%, enquanto os vencimentos mais longos, como 2040 e 2050, oferecem retornos de IPCA + 7,07% e IPCA + 6,93%, respectivamente. Nos títulos com juros semestrais, as taxas variam entre IPCA + 7,07% e IPCA + 7,30%.
No Tesouro Direto hoje, esse recuo reduz o juro real contratado, mas amplia o preço dos títulos, o que influencia decisões de quem pretende carregar o papel até o vencimento ou utilizá-lo como instrumento de planejamento de longo prazo.
Cenário externo e referência dos Treasuries
O comportamento do Tesouro Direto hoje ocorre em um ambiente externo misto. Nos Estados Unidos, os Treasuries apresentam oscilação: o título de 10 anos recua para 4,151%, enquanto os papéis de 20 e 30 anos sobem para 4,782% e 4,834%. Esses ativos funcionam como referência global para a precificação dos juros.
Essa divergência entre prazos mais curtos e longos nos EUA ajuda a explicar a cautela dos investidores no início de 2026. O mercado segue atento à trajetória da política monetária internacional e aos seus reflexos sobre os juros domésticos.
Juros do Tesouro Direto e leitura para o início do ano
No Tesouro Direto hoje, a queda das taxas no primeiro pregão de 2026 indica um início de ano marcado por ajustes finos nas expectativas de juros e inflação. Embora o recuo melhore os preços dos títulos, ele reduz o retorno para novas aplicações, exigindo análise mais cuidadosa dos prazos e objetivos. A combinação entre cenário doméstico e referências externas tende a manter as taxas sensíveis a novos dados econômicos ao longo das próximas semanas.











