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Oferta pública subsequente de distribuição de ações da Pague Menos entra em avaliação

A oferta subsequente da Pague Menos prevê até 70 milhões de ações para investidores profissionais, com coordenação de BTG e Itaú BBA. Saiba mais.
Fachada da Pague Menos relacionada à oferta subsequente da Pague Menos
Loja da rede Pague Menos, empresa listada na B3 que avalia oferta subsequente de ações. (Foto: Divulgação/Pague Menos)

A oferta pública subsequente de distribuição de ações da Pague Menos entrou em avaliação, com volume estimado de 70 milhões de ações. A potencial operação será realizada no Brasil e destinada exclusivamente a investidores profissionais, conforme comunicado divulgado nesta sexta-feira (27/02).

A companhia informou que contratou BTG Pactual, que recentemente ampliou sua presença no varejo ao adquirir participação de fintech em Fortaleza, e Itaú BBA, além de seus respectivos agentes de colocação internacional, para prestar assessoria financeira. Os bancos conduzem estudos de viabilidade e estruturação da operação, incluindo definição de termos e condições.

Caso oferta pública subsequente de distribuição de ações da Pague Menos avance, a rede poderá engajar outros coordenadores. Nesse cenário, a oferta ainda depende das condições de mercado e da decisão final da administração.

Nos pontos centrais da operação:

  • Volume estimado: 70 milhões de ações
  • Público-alvo: investidores profissionais
  • Coordenação inicial: BTG Pactual e Itaú BBA
  • Possível inclusão de novos coordenadores
  • Estrutura com alcance também internacional

Oferta subsequente da Pague Menos e posição no varejo farmacêutico

A oferta da Pague Menos ocorre em um momento estratégico para a companhia, listada na B3 sob o ticker PGMN3 desde 2020. Fundada em 1981, em Fortaleza, a empresa consolidou presença nacional no varejo farmacêutico, com centenas de lojas distribuídas por diversos estados brasileiros.

A rede atua na comercialização de medicamentos, genéricos, produtos de higiene, beleza e itens de saúde. Além disso, opera em um setor competitivo, marcado por pressão de margens e necessidade de eficiência logística. Recentemente, inclusive, o aumento de capital Pague Menos levantou R$ 144,5 milhões e elevou o capital social para R$ 2,17 bilhões. Nesse contexto, o mercado de capitais se torna alternativa relevante para reforço de caixa e ajuste da estrutura de capital da empresa Cearense.

Portanto, se confirmada, a oferta subsequente da Pague Menos pode ampliar a liquidez das ações PGMN3 na bolsa e fortalecer a flexibilidade financeira da companhia.

Foto de Moisés Freire Neto

Moisés Freire Neto

Moisés Freire Neto é jornalista formado pela Faculdade Estácio e pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), com atuação em economia e negócios. Integra as equipes editoriais do Economic News Brasil e do J1, veículos que compõem o Sistema BNTI de Comunicação. Sua atuação é fundamentada em sólida experiência em jornalismo editorial e comunicação institucional.

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