Em parceria com o Santander Brasil, a Feira Preta anunciou marketplace para alavancar empreendedorismo negro

A ação tem como objetivo alavancar os empreendedores negros, indígenas, LGBTQIA+ e quilombolas entre outros empreendedores de causas ativistas que tiveram negócios acelerados pela PretaHub.
A ação tem como objetivo alavancar os empreendedores negros, indígenas, LGBTQIA+ e quilombolas entre outros empreendedores de causas ativistas que tiveram negócios acelerados pela PretaHub.

O maior festival de cultura e empreendedorismo negro da América Latina, a Feira Preta, lançou, na quinta-feira, 13, o seu marketplace. O lançamento foi feito em parceria com o Banco Santander Brasil. O e-commerce conta com a participação de mais de 150 empreendedores de todo o país, o que possibilitou uma variedade de mil produtos.

O lançamento do marketplace ocorreu na mesma data em que completou 133 anos da abolição no Brasil. De acordo com Adriana Barbosa, CEO da PretaHub e fundadora da Feira Preta, o lançamento trouxe um novo significado para a data e mostrou que a contribuição dos povos africanos para este país não são apenas nas perspectivas de escravidão, mas também de potência e criatividade.

O Santander, além financiar o projeto, contribuiu com programas de inovação, ações de letramento digital e programa de vendas online, já que a conexão que os empreendedores tinham com os consumidores era somente física. Também fez parte da ação orientações sobre educação financeira e acesso a crédito.

A ação tem como objetivo alavancar os empreendedores negros, indígenas, LGBTQIA+ e quilombolas entre outros empreendedores de causas ativistas que tiveram negócios acelerados pela PretaHub.

O e-commerce conta com a participação de mais de 150 empreendedores de todo o país, o que possibilitou uma variedade de mil produtos, entre eles, itens de moda, cosméticos, decoração, afro-religiosas e papelaria.

A Feira, que já movimentou cerca de R$ 1 milhão de vendas de produtos por edição, planeja inserir em seu markeplace mais pessoas indígenas e quilombolas, com objetivo de chegar a 500 empreendedores até o final do ano.

“Comprar e vender no Marketplace Feira Preta é mais do que comercializar um produto, é acreditar no sonho de uma mulher negra de desenvolver potência da criatividade preta. É uma ferramenta que gera valor e constrói um mundo de oportunidades para um futuro preto”, explica Adriana Barbosa em entrevista concedida à CNN.

 

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