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Exportação de rochas bate recorde no Ceará

Entre os produtos, destaque para as exportações de quartiztos, que cresceram 71% e alcançaram o valor de US$ 11,3 milhões, sendo o principal produto exportado do setor pelo Ceará.
Entre os produtos, destaque para as exportações de quartiztos, que cresceram 71% e alcançaram o valor de US$ 11,3 milhões, sendo o principal produto exportado do setor pelo Ceará.

As vendas externas de rochas ornamentais segue aquecidas no Ceará. O estado acaba de bater recorde de exportações de rochas e ultrapassou o montante de US$ 28,977 milhões em 2021. Os dados correspondem a um crescimento de 60% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

Entre os produtos, destaque para as exportações de quartiztos, que cresceram 71% e alcançaram o valor de US$ 11,3 milhões, sendo o principal produto exportado do setor pelo Ceará. A Itália foi a principal demandante de rochas cearenses e superou o valor de US$ 14,5 milhões, com crescimento de 111% no acumulado do ano. Já as exportações para o Canadá cresceram 245% em 2021.

Os dados do Estudo Setorial são relativos ao acumulado do ano até o mês de setembro, em virtude do prazo que a Secretaria de Comércio Exterior – SECEX necessita para coletar, processar e disponibilizar os dados no Sistema ComexStat. 

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O setor, que apresentou uma forte retomada a partir de julho de 2020, e fechou o ano passado com um crescimento de 16%, mesmo em meio à pandemia. Em 2020, o Ceará foi o terceiro estado que mais exportou rochas ornamentais do Brasil, ficando atrás apenas do Espírito Santo (US$ 814,2 milhões) e Minas Gerais (US$ 108,7 milhões). 

Destes três, no entanto, o Ceará foi o único que apresentou crescimento das exportações em 2020. O Espírito Santo apresentou queda de 1,8% e Minas Gerais de 7,3%. 

 

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