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Leilão 5G já provoca queda no preço dos telefones com essa tecnologia

Essa nova internet móvel promete velocidades até 100 vezes superiores do que as vistas no 4G. . Foto de fauxels no Pexels
Essa nova internet móvel promete velocidades até 100 vezes superiores do que as vistas no 4G. . Foto de fauxels no Pexels

A abertura do leilão 5G, feito pelo Ministério das Comunicações, dá o título ao Brasil de primeiro país da América Latina com internet 5G. O edital do leilão 5G definiu que a tecnologia deve estar disponível em todas as capitais brasileiras até o dia 31 de julho de 2022.

Com essa nova realidade, o mercado 5G já começa a se transformar, já que o leilão deve resultar no aumento da procura por aparelhos compatíveis com a tecnologia. O que já pode ser verificado é a queda no valor de aparelhos compatíveis com esse tipo de tecnologia.

Um levantamento exclusivo feito pela plataforma Buscapé a pedido do site TechTudo apontou que o preço desses tipos de celulares caiu 5,6% no terceiro trimestre deste ano. Enquanto o menor preço desses produtos era em torno de R$ 1.500, hoje esse valor é de R$ 1.445.

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Essa nova internet móvel promete velocidades até 100 vezes superiores do que as vistas no 4G. Para conseguir acesso, será necessário um smartphone capaz de se conectar à nova rede. Existem equipamentos assim à venda no Brasil desde o início de 2020.

A tecnologia 5G antes estava presente nos smartphones mais caros e sofisticados. O recurso aos poucos começou a chegar aos telefones intermediários. O levantamento apontou ainda que os modelos mais caros continuam sendo os mais procurados. O iPhone 12 de 128 GB lidera o ranking, com 35.439 pesquisas. Além da Apple, produtos da Motorola e da Samsung também aparecem no ranking.

No leilão 5G, iniciado na última quinta-feira, 04, foram recebidas 15 propostas de empresas e consórcios interessados em explorar a tecnologia no país. A expectativa é de que a licitação do 5G movimente R$ 169 bilhões nos próximos 20 anos.

Existem dois perfis de empresas interessadas nas faixas do espectro de radiodifusão: prestadores de serviço de grande porte, que devem concorrer pelas frequências mais elevadas; companhias e provedores regionais de internet, que vão disputar as frequências menores, que permitem cobrir grandes áreas.

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