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Dobre de tamanho e crescerá. Será? – Por Luis Henrique Alencar

Especialista em gestão empresarial
Especialista em Gestão Empresarial.

*Coluna por Luís Henrique Alencar, 17/03/2022

Antes de mais nada, no mundo dos negócios dobrar de tamanho não é a mesma coisa do que crescer, a matemática explica. Veja: dobrar o tamanho da empresa, quer dizer aumentar o espaço físico, o time, os recursos, os gastos. Já crescer, aumentar os lucros, é fazer com que os resultados sejam cada vez maiores e isso não tem relação com tamanho, mas sim com a utilização da capacidade dos recursos disponíveis, correto?

Ouve-se, não com tanta frequência como antes, mas em um volume considerável, que para dobrar o crescimento da empresa é necessário trabalhar mais, ou seja, dobrar a quantidade de colaboradores ou fazer com que os colaboradores trabalhem mais tempo. Será mesmo?

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Claramente, nas empresas verdadeiramente produtivas, os colaboradores não causam a taxa de crescimento, eles as cumprem! Note: esta afirmação quebra paradigmas, causa uma enorme mudança nos pensamentos tradicionais de gestão. Ela aborda o problema da questão, não é simplesmente uma correlação.

O que é, então, “trabalhar mais”? Analogamente, digo: trabalhar mais é jogar água para fora do barco mais rapidamente, ao invés de consertar o vazamento. Aqui está o key point do nosso assunto: é mais fácil aumentar o volume do que do que não está dando certo, do que parar para estudar como fazer o certo.

Costumo utilizar o entendimento de uma frase do Bob Fifer, escritor de Dobre seus lucros, onde diz que gasto é como unha: cresce naturalmente e é necessário observar e cortá-lo periodicamente. Esse entendimento nos leva a refletir sobre aumentar o tamanho da empresa. Sem dúvida alguma, para haver crescimento é necessário recurso, tanto pessoal, como físico, como financeiro. Porém, estes devem ser empregados e utilizados da maneira mais inteligente e planejada possível, como bem disse Oprah Winfrey “A questão essencial não é o quanto ocupado você está, mas sim com o que você está ocupado”. Isso eu chamo de produtividade, a capacidade de produzir mais com a mesma quantidade e recursos disponíveis.

Os seres humanos, por natureza, quando sob pressão ou num alto nível de estresse, tendem a buscar segurança, abrigo em lugar seguro, local conhecido. Isso faz com que novas visões, novas soluções não apareçam por medo do novo, por medo de correr riscos, logo tornam-se menos produtivos.

No âmbito corporativo, será que a produtividade é uma característica individual ou é produto do meio? Peter Druker, em sua completa sabedoria, disse: “aprodutividade do trabalho não é responsabilidade do trabalhador mas do gestor”. Nas empresas, a gestão tem como função primeira propiciar o elevado nível de produtividade do time. Gestão de pessoas. Um time enxuto, porém produtivo, engajado, gera muito mais resultado do que um time mal dimensionado e/ou com as peças mal encaixadas. 

Aumentar a produtividade, isso sim, vai fazer a empresa dobrar o crescimento. Desta maneira, finalizo essa coluna respondendo ao primeiro questionamento nela feito: a matemática explica.

**Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do ENB.

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