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Crescimento da taxa Selic aumenta número de endividados e de distressed assets

A alta da taxa Selic, que pulou de 2% em fevereiro de 2021 para 13,25% neste mês, tem forte reflexo negativo na economia. Os custos de dívidas e o avanço da inadimplência de empresas e pessoas também seguiram a subida da taxa básica do Banco Central.

Por um lado, famílias seguem cada vez mais com dívidas em atraso: segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) o percentual é de 28,7%, o maior patamar desde o primeiro mês de 2010. Isto leva a grande procura por Procons e birôs de crédito, em busca de renegociações e condições.  

De outro, bancos buscam repassar carteiras de créditos com pagamentos atrasados, os chamados distressed assets, a fundos de investimentos especializados nesse tipo de negócio. São elas quem passam a administrar as contas – e as dívidas, e passam a intermediar os diálogos entre credores e endividados. 

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