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FMI: Padrão de vida na América Latina é reduzido pela desaceleração do crescimento

Na área de compras públicas, a CNI estima que o mercado chileno tem potencial de US$ 11 bilhões, e a oferta do Chile nesse acordo inclui todas as empresas estatais e ministérios que mais compram no país.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a região da América Latina terá um crescimento de 1,8% em 2023, devido a juros mais altos, queda nos preços de commodities e incerteza global.

Isso pode afetar negativamente o padrão de vida de muitos latino-americanos. As previsões de crescimento variam entre os países. Enquanto o Chile é o único país previsto para contrair 1,5%.

O Fundo espera que o Brasil cresça 1,2%, México 1,7%, Argentina 2%, Colômbia 1,1%, Equador 3%, Paraguai 4,3%, Peru 2,5%, Uruguai 3,6%, Venezuela 6,5%, Costa Rica 2,9%, República Dominicana 4,3%, El Salvador 1,7%, Guatemala 3,4%, Honduras 3,5%, Nicarágua 3%, Panamá 4% e Haiti apenas 0,3%.

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