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LIGs, LCIs e CRIs ganham participação no financiamento imobiliário

Nos últimos anos, o financiamento imobiliário no Brasil mudou. A poupança e o FGTS ainda são importantes, mas sua participação está caindo. Em contrapartida, as LIGs e as LCIs estão em ascensão, mostrando o interesse dos investidores.
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Nos últimos anos, o financiamento imobiliário no Brasil vem passando por transformações marcantes nas fontes de recursos. A poupança e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ainda são importantes, mas a participação dessas fontes no setor tem apresentado uma leve queda. Em contrapartida, as Letras Imobiliárias Garantidas (LIGs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) vêm ganhando espaço, como destaca a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O financiamento imobiliário no Brasil é importante para a economia do país.

Redução na participação da poupança e do FGTS

O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) segue sendo a principal fonte de financiamento no setor imobiliário, mas sua participação caiu de 46% em 2021 para 40% em 2022. Esse recuo reflete a queda no saldo da poupança, que passou de R$ 790 bilhões para R$ 764 bilhões, uma redução de 3%. Apesar do crescimento do FGTS, que subiu de R$ 468 bilhões para R$ 502 bilhões, sua participação também teve leve queda, de 27% para 26%. Juntas, essas fontes passaram a representar 66% do mercado de financiamento imobiliário no Brasil, ante 73% no ano anterior.

Expansão das LIGs e LCIs no financiamento imobiliário

Em contraste, as LIGs registraram um crescimento expressivo de 87% em apenas um ano, aumentando de R$ 48 bilhões para R$ 90 bilhões e elevando sua participação de 3% para 5% no mercado. As LCIs, por sua vez, cresceram 70%, saltando de R$ 141 bilhões para R$ 239 bilhões, e sua participação subiu de 8% para 12%. Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) registraram um sólido desempenho, crescendo 39% e alcançando saldo de R$ 148 bilhões. Esse valor representa uma participação de 8% no mercado, evidenciando o interesse crescente dos investidores em ativos imobiliários.

Esses movimentos revelam um novo cenário no financiamento imobiliário no Brasil, onde fontes alternativas começam a desempenhar um papel mais relevante. O que esperar dessa mudança no futuro do financiamento imobiliário no Brasil?

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