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Índice Geral de Preços registra deflação de 0,20% na primeira prévia de março, segundo FGV Ibre

(Foto: Divulgação)

IGP-M registra deflação de 0,20% na primeira prévia de março, segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). O recuo foi puxado pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), que contraiu 0,36%, ante queda de 0,48% no mesmo período em fevereiro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPCM) arrefeceu a 0,36%, ante alta de 0,51%, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) recuou 0,02%, ante alta de 0,31%.

Dentro do IPCM, quatro das oito classes de despesas que compõem o indicador registraram decréscimo nesta leitura: Educação, Leitura e Recreação, Despesas Diversas, Comunicação e Saúde e Cuidados Pessoais. Já as classes de Transportes, Habitação, Alimentação e Vestuário apresentaram aceleração, sob influência de gasolina, aluguel residencial, carnes e peixes industrializados e roupas, respectivamente.

As maiores pressões para baixo sobre o IPC-M na segunda prévia de fevereiro partiram de tomate, passagem aérea e batata inglesa, além de xampu, condicionador e creme e cebola. Por outro lado, puxaram o índice para cima gasolina, licenciamento – IPVA e aluguel residencial, junto com plano e seguro de saúde e perfume.

O IGP-M é uma medida abrangente do movimento da variação de preços, englobando diversas etapas de uma cadeia produtiva, não só os preços finais de venda. É calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio Vargas.

Com base nessas informações, observa-se que houve uma desaceleração no índice geral de preços, puxada principalmente pela queda nos preços ao produtor. Por outro lado, algumas classes de despesas registraram aceleração, como Transportes e Habitação, sob influência de fatores específicos, como o aumento no preço da gasolina e do aluguel residencial.

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