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Industriais brasileiros vão apresentar inovações na agenda de baixo carbono em feira alemã

Foto: reprodução

A maior feira de tecnologia industrial do mundo, que será realizada em Hannover, na Alemanha, a partir do dia 16, contará com representação brasileira. Os empresários do setor vão mostrar o seu protagonismo na agenda global de descarbonização, na transição energética e na bioeconomia, exibindo, projetos e iniciativas a um público que reúne governos, companhias líderes em inovação tecnológica e instituições financeiras internacionais. Ao todo, são esperados mais de 80 mil visitantes e mais de 4 mil expositores durante o evento.

Nesta edição da Feira, a indústria brasileira vai ter o seu maior estande institucional desde que o Brasil foi escolhido como país parceiro do evento, em 1980. A delegação brasileira vai contar com mais de 150 representantes de indústrias e entidades e mais 100 empresas do setor, de 19 unidades da Federação, em missão organizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e pelo Serviço Social da Indústria (SESI).

“A indústria brasileira está fazendo a sua parte na transição para uma economia de baixo carbono, com iniciativas e projetos que vão ter impacto no Brasil e poderão ser exportados para o mundo. São inovações feitas por empresas e institutos de pesquisa nacionais, que aproveitam as vantagens comparativas do país em sua capacidade de inovação em bioeconomia, energia limpa e descarbonização que vamos mostrar na maior vitrine de tecnologia industrial do mundo”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

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Em outra frente, a missão vai oferecer aos participantes a oportunidade de identificar novas tendências e tecnologias, além de potenciais parceiros comerciais e em pesquisa e desenvolvimento (P&D) que podem contribuir para o aumento da competitividade e para a reindustrialização do Brasil.

“A Feira de Hannover é um grande direcionador de tendências e rumos para o setor industrial. Essa é uma oportunidade única de apresentarmos o que o setor produtivo brasileiro está fazendo em uma agenda que é global e que representa uma oportunidade de estimular a reindustrialização com projetos que estão alinhados aos temas prioritários do maior evento de tecnologia do mundo”, explica a diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg.

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