Rodrigo Mello e a revolução do mercado de energia em 2024

(Foto: Empresário Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia)

O ano de 2024 promete ser um ano marcante para o setor elétrico brasileiro. Empresas de alta tensão terão a liberdade de abandonar o mercado cativo, optando pelo Ambiente de Contratação Livre (ACL). Esta decisão, influenciando toda a cadeia de geração, distribuição e comercialização de energia no Brasil, vem da Portaria nº 50/2022.

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que 56% das empresas ligadas ao modelo atual têm interesse em migrar para o Mercado Livre de Energia. Este número sobe para 59% quando consideramos grandes corporações. No entanto, 43% das empresas menores ainda estão em dúvida, demonstrando a necessidade de esclarecimento sobre o tema.

Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia, foi enfático sobre o alcance dessa transformação: “Agora, desde a indústria até setores como padarias, supermercados e postos de gasolina, todos têm a chance de diminuir seus custos energéticos”.

Dados da Sondagem Especial apontam que a eletricidade é vital para 78% da indústria. Mesmo assim, 7% não desejam fazer a transição, e 37% ainda estão incertos.

Antes, a escolha de fornecedor era um privilégio para empresas com gastos energéticos acima de R$ 40 mil. Mas, como Leonardo Ferraz, Analista de Migração da Kroma Energia destaca, a nova portaria reduz este patamar para aproximadamente R$ 10 mil.

Esta mudança é um avanço significativo em relação à Lei nº 9.427/1996, permitindo agora que qualquer consumidor do Grupo A selecione seu fornecedor, sem restrições de consumo.

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