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Senado dos EUA aprova projeto para evitar calote e aumenta teto da dívida

(Foto: Markus Winkler/Pexels)

O Senado dos Estados Unidos aprovou na quinta-feira (1º) o projeto de lei que aumenta o teto da dívida do país e evita um calote iminente, que teria repercussões econômicas globais. A legislação, aprovada por 63 votos a 36, elimina o limite de US$ 31,4 trilhões por dois anos, proporcionando um respiro para o presidente Joe Biden, que não precisará negociar novamente essa questão no próximo ano, em meio à campanha para a reeleição.

“Estamos evitando o calote esta noite”, afirmou o líder da maioria no Senado, o democrata Chuck Schumer, durante a condução do projeto de lei em sua câmara de 100 membros. Schumer e seu colega republicano, o líder da minoria Mitch McConnell, cumpriram a promessa de acelerar a aprovação do projeto negociado por Biden e o presidente da Câmara, o republicano Kevin McCarthy. “O país pode dar um suspiro de alívio”, acrescentou Schumer.

Além de aumentar o teto da dívida, o projeto de lei também mantém os gastos não-militares no mesmo patamar para o ano fiscal de 2024, limitando o aumento de despesas em 1% no ano fiscal de 2025, independentemente da inflação nesse período. No entanto, os gastos militares poderão crescer acima desse limite nos próximos dois anos.

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A falta de uma solução nas últimas semanas gerou preocupação nos mercados financeiros, levando os Estados Unidos a pagar taxas de juros recordes em algumas vendas de títulos. Segundo a Casa Branca, um possível calote poderia derrubar as bolsas americanas em até 45% e provocar uma recessão imediata.

Após intensas negociações, a presidência da Câmara e a Casa Branca chegaram a um acordo no último sábado, que foi votado e aprovado nesta quarta-feira. No entanto, o projeto enfrentou resistência tanto de republicanos quanto de democratas até o último momento.

A última vez que o país chegou tão perto de um calote foi em 2011, durante o governo de Barack Obama, quando tanto o Senado quanto a Câmara eram liderados por republicanos.

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