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Desafios e Perspectivas do Private Equity no Brasil: Análise e Tendências para 2023

Manter uma gestora de private equity em operação no Brasil não tem sido tarefa fácil devido ao cenário macroeconômico menos favorável para o investimento em capital de risco. Conforme o estudo Brazilian Private Equity Outlook, realizado pelo Insper em parceria com a gestora Spectra, o número de instituições ativas no país reduziu-se de 54 para 29 nos últimos 10 anos, alcançando o menor patamar em duas décadas.

Naturalmente, o volume de recursos em caixa dos fundos também diminuiu, passando de R$ 26,9 bilhões em 2016 para R$ 17,4 bilhões ao final do ano passado. Entre as 29 empresas de private equity em operação no país, três estão no primeiro ciclo de aplicação do fundo, enquanto sete não possuem blind pool risk – isto é, são fundos com metas de investimento declaradas. As dezenove restantes estão conduzindo aplicações mais avançadas.

Em meio ao encolhimento deste tipo de investimento e a busca por novas fontes para compensar a retração dos investidores tradicionais de private equity, algumas gestoras têm se voltado para a captação de recursos no segmento do varejo qualificado. Esse grupo inclui investidores com no mínimo R$ 1 milhão aplicado no mercado financeiro.

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A XP Asset, por exemplo, já captou dois fundos de private equity (XP Private Equity I FIP Multiestratégia e XP Private Equity II FIP Multiestratégia). O segundo foi captado em março, atingindo um total de R$ 1,67 bilhão e contando com 16 mil cotistas que aplicaram a partir de R$ 25 mil.

Segundo a pesquisa, entre 2001 e 2012, os fundos de private equity cresceram de 27 para 54, ampliando o número de investidores nacionais. Tal aumento se deve à evolução do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no período, impulsionada pela valorização das commodities, pelo incremento do consumo e pela expansão do crédito e do poder de compra da classe média.

De 2013 a 2016, os fundos se mantiveram estáveis, mesmo diante dos fatos revelados pela Operação Lava Jato. O impeachment de Dilma Rousseff e a nomeação de Michel Temer como presidente foram interpretados como sinais de estabilidade política e econômica para as empresas de private equity.

No futuro, espera-se que os gestores que permaneceram ativos nos últimos dez anos tirem proveito da falta de concorrência para selecionar as melhores ofertas e negociar múltiplos de entrada mais baixos nos novos investimentos.

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