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A melhor escolha de ação bancária: Análise das perspectivas do Itaú, Bradesco e Banco do Brasil

Setor produtivo critica aumento da taxa Selic
Foto: Pexels

A escolha de qual ação bancária incluir em sua carteira de investimentos se torna uma tarefa desafiadora. Enquanto Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3) continuam sendo as favoritas da maioria dos analistas, o Bradesco (BBDC4) começa a ganhar destaque, segundo informações recentes do Morgan Stanley.

O Morgan Stanley, renomada instituição financeira, destacou o Bradesco por seu histórico robusto em um ambiente de queda da Selic. A análise apontou que, nos últimos seis períodos de flexibilização monetária, o Bradesco se saiu acima da média, oferecendo um Retorno sobre Patrimônio Líquido (ROE) mais estável quando as taxas caem.

Por outro lado, o Itaú demonstrou maior sensibilidade a essas condições, levando o Morgan Stanley a rebaixar os ADRs, recibos de ações do banco negociados nos Estados Unidos, de overweight (desempenho acima do mercado) para equalweight (desempenho semelhante ao mercado). A casa de análise citou os “resultados menos favoráveis do banco em resposta à queda das taxas no passado” como justificativa para a mudança.

A Levante Ideia de Investimentos corroborou a visão positiva sobre o Bradesco, salientando a rentabilidade da carteira do banco, que concentra crédito de maior risco. Entretanto, a empresa alerta que a maior alavancagem do banco em comparação com seus pares deve retornar à média histórica, quando amenizados os impactos de inadimplência e sensibilidade negativa a juros.

O JPMorgan também colocou o Bradesco em destaque, lembrando que o lucro do banco superou o do Itaú quando os juros caíram para 2% em 2020. O total de ativos do Itaú representa cerca de 1,35 vez o do Bradesco, indicam os analistas. O JPMorgan atualmente recomenda a compra de ações de ambos os bancos.

Por fim, o Credit Suisse reiterou a performance histórica do Bradesco em ciclos de flexibilização monetária, melhorando sua avaliação sobre o banco, embora o Itaú continue sendo o favorito da casa. Após avaliar oito ciclos de flexibilização desde 2020, o Credit Suisse decidiu elevar a recomendação da ação para neutra e o preço-alvo de R$ 15 para R$ 18.

É importante lembrar que os investimentos em ações envolvem riscos e é essencial fazer uma análise cuidadosa antes de tomar qualquer decisão.

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