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Geraldo Alckmin também fez críticas à decisão do Banco Central de manter a taxa Selic

Alckmin ressaltou a importância de regulamentar a energia eólica offshore e destacou que o Ceará possui um grande potencial para liderar esse mercado.
Foto: Marcelo Camargo Agência Brasil

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin também fez críticas à decisão do Banco Central de manter a taxa Selic, os juros básicos da economia, em 13,75% ao ano, mesmo com a inflação em queda.

Segundo o ministro, essa manutenção dos juros tem causado danos à atividade econômica, inibindo investimentos e prejudicando o comércio e a indústria. Além disso, ele ressaltou que esse patamar de juros impacta fortemente a situação fiscal do país, uma vez que grande parte da dívida está indexada à taxa Selic. Alckmin considerou difícil entender a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, especialmente diante do cenário de inflação em queda e juros internacionais negativos.

Impacto

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De acordo com Alckmin, quase metade da dívida pública brasileira está indexada à taxa Selic. Cada 1% de aumento na Selic representa um custo de R$ 38 bilhões no pagamento do serviço da dívida pública. Portanto, uma taxa Selic desnecessariamente elevada acarreta um custo significativo para a questão fiscal do país. Em termos práticos, um aumento de 5% na taxa Selic acima do necessário custaria cerca de R$ 190 bilhões.

Embora as expectativas de inflação tenham caído nos últimos meses, com estimativas de inflação para 2023 passando de 5,42% para 5,12% de acordo com o último boletim Focus, a taxa Selic permaneceu inalterada. O IPCA, índice oficial de inflação, apresentou queda para 0,23% em maio, impulsionado pela redução nos preços dos combustíveis e artigos de residência, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Alckmin também observou que, mesmo com a gestão de Roberto Campos Neto à frente do Banco Central, a taxa Selic chegou a ser reduzida para 2% ao ano, o nível mais baixo da série histórica, mesmo diante de uma inflação mais alta do que a atual.

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