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Marca de R$ 2 tri no “Impostômetro” supera 2022

Imagem do Impostômetro em São Paulo.
Foto: Reprodução

O painel do “Impostômetro”, responsável por mensurar os tributos pagos pelos brasileiros em esferas federal, estadual e municipal, atingiu um marco significativo nessa última quarta-feira (30). Às 21h15, foi atingida a marca de R$ 2 trilhões pagos em impostos desde o início de 2023.

Localizado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o dispositivo não apenas calcula os impostos, mas também incorpora juros, correção monetária e até multas. No entanto, mesmo com medidas de desoneração que buscaram aliviar a pressão inflacionária, os preços dos produtos continuaram a subir, refletindo diretamente na arrecadação tributária.

Para Rogério Solimeo, representante da ACSP, é vital discutir o equilíbrio dos gastos públicos como um pilar fundamental da economia do Brasil. Ele aponta para o novo arcabouço fiscal, oficialmente denominado “Regime Fiscal Sustentável”, que substituirá o atual Teto de Gastos, e que, segundo ele, resultará em “aumentos significativos na carga tributária” para cumprir as metas estabelecidas.

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Gilberto Amaral, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), destaca que a retomada dos impostos sobre os combustíveis e o ajuste nas alíquotas de ICMS contribuíram para o rápido alcance da marca de R$ 2 trilhões em tributos em comparação a 2022.

“Uma das razões para atingirmos essa marca mais cedo é o aumento na arrecadação, em comparação ao mesmo período do ano passado. Tributos significativos, como o ICMS sobre energia elétrica, tiveram um impacto substancial, especialmente após o aumento nas alíquotas”, ressalta Amaral.

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