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Banco Central descarta uso de taxa sobre o Pix

Imagem mostra a utilização do Pix
Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central (BC), Renato Dias de Brito Gomes, descartou categoricamente a possibilidade de se criar um imposto sobre as transações realizadas pelo Pix. Durante uma live na segunda-feira (4), Gomes classificou a ideia como “uma loucura”.

O debate sobre a possibilidade de taxar o uso do Pix tem circulado há meses. Houve especulações de que o sistema de pagamentos instantâneos poderia ser tarifado para pessoas físicas, que atualmente o utilizam gratuitamente. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, já afirmou ao Senado que essa não é uma opção considerada.

No entanto, é importante ressaltar que a gratuidade do Pix se aplica apenas às transações de pessoas físicas. Empresas podem estar sujeitas a taxas.

O diretor Gomes reforçou que o desenvolvimento do Pix Internacional é uma das prioridades do Banco Central e esclareceu que o objetivo principal do Pix não é substituir os cartões de crédito. Embora o Pix busque promover a migração de dinheiro para meios digitais, o foco não é competir com os cartões de crédito, que oferecem uma variedade de serviços adicionais.

Ele destacou que o Pix visa principalmente substituir o uso de dinheiro em espécie, que é considerado um meio de pagamento ineficiente. No entanto, o Pix também está de olho nas oportunidades de desenvolvimento relacionadas ao crédito, sem a intenção de substituir completamente os cartões.

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