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O que está em jogo? – Por Cícero Rocha

Cícero Rocha, fundador do Instituto Empresariar.

O Futuro das Empresas Familiares: uma conversa necessária sobre Estratégias de Transição.

Não é exagero dizer que as Empresas Familiares são verdadeiras joias que passam de geração em geração, carregando não apenas negócios, mas também histórias, valores e tradições. Porém, a transição de liderança nessas empresas é um momento crucial e desafiador.

Ao longo dos anos, tenho trabalhado com inúmeras empresas familiares, ajudando a traçar estratégias de transição bem-sucedidas. E uma coisa é clara: não existe uma abordagem única que sirva para todas. Cada família empresária é única, com suas dinâmicas, desafios e aspirações específicas.

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As estratégias de transição exigem uma compreensão profunda das necessidades e objetivos da família, bem como um planejamento detalhado. É um processo que envolve a identificação de líderes adequados, a capacitação da próxima geração e a preservação dos valores essenciais que fizeram a empresa prosperar.

Nossas estratégias de transição visam a continuidade, a lucratividade e a harmonia. Afinal, uma transição bem-sucedida não é apenas sobre passar o bastão, mas também sobre garantir que a empresa prospere nas mãos da próxima geração.

Há estudos que sugerem a Renovação, revitalização, Saída e Adaptação como caminhos estratégicos para esse momento numa Empresa Familiar. E ainda temos um ponto importantíssimo: Os “#milennials”!

Dois Fatores Cruciais:

É possível observar duas dimensões críticas quando falamos da transição numa empresa familiar na perspectiva da geração millennial:

A primeira é bem óbvia mas cabe o registro e dá conta de que, famílias mais próximas e unidas tendem a promover a colaboração entre as gerações, enquanto famílias mais distantes acabam separando as diferentes gerações.

A segunda mostra que a atitude flexível dos líderes atuais nas empresas familiares exerce uma influência significativa sobre a autonomia que a geração millennial desfruta dentro dessas empresas. Líderes menos flexíveis muitas vezes insistem em manter as tradições familiares inalteradas, enquanto outros estão mais abertos a revisar o curso estabelecido por gerações anteriores.

Enfim, conduzir uma transição em empresas familiares é uma tarefa complexa que exige uma abordagem estratégica sólida. As decisões tomadas durante esse processo impactam não apenas o futuro do negócio, mas também no legado e na sobretudo, na harmonia familiar.

Este assunto é fundamental, porque o que está em jogo são o futuro da Empresa Familiar e a harmonia da família empresária.

*Opinião – Artigo Por Cicero Rocha, presidente do Instituto Empresariar.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal.

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