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IBGE 2023: taxa de desemprego de mulheres e negros é alta

Taxa de desemprego entre mulheres e negros acima da média; dados da Pnad 2023 divulgados pelo IBGE.
desemprego
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil)

A taxa de desemprego entre mulheres e pessoas negras (pretas e pardas) encerrou o último trimestre de 2023 acima da média nacional. A divulgação dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ocorreu nesta sexta-feira (16). O país registrou uma taxa de desemprego de 7,4% nesse período. Sendo assim, as mulheres enfrentaram uma taxa de 9,2%, enquanto os homens ficaram em 6%.

A discrepância mostra que o desemprego entre mulheres é 53,3% maior que entre homens, sendo a menor diferença registrada desde o início da série histórica em 2012. Portanto, quando analisada a questão racial, a população branca apresentou uma taxa de desemprego de 5,9%, enquanto os pretos (8,9%) e pardos (8,5%) superaram a média nacional.

Os dados também apontam diferenças relacionadas à escolaridade. No último trimestre de 2023, o grupo com ensino médio incompleto registrou a pior taxa de desemprego, com 13%. As pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 7,6%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo, que foi de 3,6%.

Estados

No que diz respeito à distribuição geográfica, a pesquisa revela que, ao longo de 2023, 26 das 27 unidades da federação registraram queda no índice de desemprego. Houve um único aumento em Roraima, passando de 6,8% para 7%. As maiores taxas de desocupação anual foram observadas em Pernambuco (13,4%), Bahia (13,2%) e Amapá (11,3%). As menores foram em Rondônia (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Santa Catarina (3,4%).

Informalidade

A taxa anual passou de 39,4% em 2022 para 39,2% em 2023. Os estados com as maiores taxas foram Maranhão (56,5%), Pará (56,5%) e Piauí (54,4%). Entretanto, os menores foram Santa Catarina (26,4%), Distrito Federal (29,7%) e São Paulo (31,5%).

Por fim, a pesquisa destaca que, no último trimestre de 2023, 73,7% dos empregados do setor privado estavam com carteira assinada. Os maiores percentuais foram em Santa Catarina (88,2%), Rio Grande do Sul (81,9%) e Paraná (81,7%). Logo, os menores foram no Maranhão (48,9%), Piauí (51,6%) e Paraíba (54,9%). Assim, o levantamento do IBGE é realizado em 211 domicílios de 3.464 municípios em todos os estados e no Distrito Federal.

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