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Fruticultura do sertão nordestino redefine padrões de excelência

Fruticultura do sertão nordestino redefine padrões de excelência
(Foto: Divulgação/Sebastião da Manga).

No sertão de Pernambuco e Bahia, a fruticultura vive um momento de expansão, com um faturamento expressivo nas exportações de manga e uva, alcançando cerca de US$ 490 milhões em 2023. Esse valor supera os resultados anteriores, destacando-se como um marco para o setor, conforme informações da Comex Stat, do Governo Federal.

A manga liderou as exportações, gerando cerca de US$ 312 milhões e evidenciando um crescimento de 15,01% em volume em relação a 2022, apesar de um leve declínio em comparação com 2021. A Bahia e Pernambuco, localizados no Vale do São Francisco, são os principais estados produtores, contribuindo para os números alcançados.

Empresas como a Sebastião da Manga, localizada em Petrolina, dedicam a maior parte de sua produção ao mercado externo, refletindo o otimismo do setor com a continuidade de preços favoráveis. A demanda europeia e americana por frutas brasileiras se mantém em alta, com destaque para a Holanda e os Estados Unidos como principais importadores.

Plantação de frutas da empresa Sebastião da Manga. em Petrolina (Foto: Divulgação).
Plantação de frutas da empresa Sebastião da Manga. em Petrolina (Foto: Divulgação).

No segmento da uva, a exportação também apresentou números robustos, com um incremento de 39,29% em volume sobre o ano anterior. A região do Vale do São Francisco novamente se destaca, responsável por praticamente toda a produção voltada para o exterior, reforçando a importância do local para a fruticultura nacional.

A valorização das frutas brasileiras no mercado internacional é atribuída a diversos fatores, incluindo condições climáticas adversas em outros países produtores e uma demanda crescente que supera a oferta. O Brasil, com sua produção irrigada no semiárido, oferece uma alternativa confiável para suprir essas necessidades.

mangas petrolina sertão
(Foto: Divulgação/Sebastião da Manga).

Apesar de um panorama positivo, a fruticultura enfrenta questões como impostos sobre a exportação de uvas para a Europa, o que impacta a competitividade do produto brasileiro. Ainda assim, a expectativa é de crescimento contínuo, com a abertura de novos mercados, como a China, e a busca por maior eficiência e qualidade na produção.

A fruticultura do sertão nordestino, portanto, se consolida como um setor vital para a economia regional e nacional, com expectativas de manter sua trajetória de crescimento e conquista de novos mercados internacionais.

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