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Estudo revela como o dinheiro afeta seu relacionamento

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(Foto: J carter/Pexels)

Um estudo publicado na revista Personal Relationships em 2024 explorou a complexa relação entre dinheiro e satisfação nos relacionamentos entre os casais, mostrando como os valores financeiros podem influenciar a dinâmica conjugal. Segundo a pesquisa, os “motivos financeiros autointegrados” e “não integrados” surgem como fatores fundamentais, capazes de afetar profundamente a felicidade de um casal.

Motivos financeiros autointegrados

Os motivos financeiros autointegrados refletem objetivos financeiros alinhados com valores pessoais e objetivos de vida, como o desejo de suporte familiar, práticas de caridade ou a perseguição de paixões pessoais. Esse alinhamento com o propósito de vida promove a satisfação no relacionamento, pois os casais que compartilham esses valores tendem a trabalhar juntos por objetivos comuns, melhorando a comunicação e a tomada de decisão financeira conjunta.

Os casais muitas vezes entram no casamento com objetivos e valores financeiros individuais moldados pela sua educação, experiências e crenças pessoais. Partilhar esses motivos permite que os parceiros se compreendam melhor.

Motivos financeiros não integrados

Indo na contramão, os motivos financeiros não integrados são caracterizados por objetivos financeiros desvinculados de valores pessoais mais profundos, frequentemente impulsionados por pressões externas e normas sociais. Este comportamento pode incluir compras por impulso ou a busca por status, que não contribuem para a realização pessoal ou conjugal. No entanto, se ambos tiverem esses motivos, pode haver maior satisfação, embora isso não beneficie o casal a longo prazo. Qualquer diferença nesses motivos leva a uma insatisfação no relacionamento.

O quê a pesquisa quer dizer

A pesquisa sugere que divergências financeiras são um dos principais motivos de conflitos conjugais, podendo levar a problemas persistentes e, em alguns casos, ao divórcio. O estudo de 2017 complementa essa visão, associando a valorização excessiva do sucesso financeiro a maiores comparações sociais, estresse e ansiedade financeira, afetando negativamente o bem-estar emocional e a percepção de vida.

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