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Mais que arroz com feijão, como a Camil expandiu seu mix

Mais que arroz com feijão, como a Camil expandiu seu mix
Luciano Maggi Quartiero, CEO da Camil Alimentos (Foto: Divulgação/Camil).

Nos últimos dois anos, a Camil, tradicionalmente conhecida pela produção de arroz e feijão, expandiu seu leque de produtos ao adicionar massas, biscoitos e cafés ao portfólio. Atualmente, a empresa conta com mais de vinte marcas, incluindo União, Seleto, Toddy, Mabel e Coqueiro. Paralelamente, a companhia tem buscado ampliar sua presença em mercados internacionais, marcando recentemente sua entrada no Equador e reforçando operações no Uruguai, Peru e Chile.

Flavio Vargas, CFO da Camil, em participação no programa Números Falam do NeoFeed, enfatizou o crescimento da empresa atribuído tanto à diversificação de produtos quanto à expansão internacional. “Há 24 meses, estávamos iniciando em massas e no Equador. Atualmente, incluímos café e biscoitos em nosso portfólio, refletindo diretamente no aumento de volume de vendas”, comentou Vargas.

No último relatório trimestral, a Camil divulgou uma receita líquida de R$ 3 bilhões, um aumento de 15,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Seu Ebitda alcançou R$ 249,3 milhões, superando em 48,3% os resultados do terceiro trimestre de 2022. Esses resultados são parte da estratégia da empresa de seguir um calendário fiscal adaptado à sazonalidade do cultivo de arroz, base histórica de suas operações, com o ano fiscal começando em 1º de março e terminando em 28 ou 29 de fevereiro.

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Desde a abertura de capital na B3 em 2017, a Camil destinou cerca de R$ 3,1 bilhões para alocação de capital, sendo mais de R$ 500 milhões para expansão de capacidade produtiva e cerca de R$ 1,3 bilhão em aquisições. Vargas ressaltou a importância das aquisições para o crescimento da empresa, mencionando a participação histórica de fundos de private equity como TCW, Gávea Investimentos e Warburg Pincus, este último realizando o desinvestimento em 2019. Atualmente, 27% das ações da Camil são negociadas livremente, enquanto mais de 65% estão sob controle da Camil Investimentos.

A companhia registrou um endividamento total de R$ 5,1 bilhões, com uma posição de caixa de R$ 1,5 bilhão. Aproximadamente R$ 2 bilhões deverão ser amortizados em curto prazo, em novembro. A emissão de um Certificado de Recebível do Agronegócio (CRA) no valor de R$ 650 milhões em dezembro de 2023 ilustra as estratégias de financiamento da empresa, com a expectativa de aumento do interesse por suas dívidas após mudanças nas regras de emissão de CRAs.

No mercado financeiro, as ações da Camil apresentaram um aumento de 1,8% no ano, acumulando uma valorização de 17,3% nos últimos doze meses, elevando o valor de mercado da companhia para R$ 3 bilhões.

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