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Confiança no setor de serviços cai para 94,8 pontos em abril

setor de serviços
(Foto: Cytonn Photography/Unsplash)

A confiança no setor de serviços no Brasil experimentou uma queda em abril, alcançando 94,8 pontos, conforme apurado pelo Índice de Confiança de Serviços (ICS) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). Esta redução de 1,0 ponto não conseguiu manter a alta vista no mês anterior, indicando uma perda de dinamismo no setor.

Análise da situação atual e futura

O economista Stéfano Pacini, do FGV Ibre, observou que o início do segundo trimestre mostra uma deterioração na confiança, refletindo uma perda contínua tanto na situação atual quanto nas expectativas futuras. O Índice de Situação Atual (ISA-S) recuou para 95,4 pontos, o menor nível desde maio de 2023, enquanto o Índice de Expectativas (IE-S) diminuiu para 94,4 pontos. “O segundo trimestre começa com piora da confiança de serviços. O resultado de abril mantém a percepção dos últimos meses de perda de fôlego do setor sobre a situação atual. Os resultados negativos em relação ao futuro ocorrem de forma heterogênea entre os segmentos e começam a dar sinais de que o setor de serviços não deve observar uma forte retomada nesse primeiro semestre. O cenário macroeconômico de manutenção da queda na taxa de juros, controle de inflação e melhores resultados no emprego e na renda, podem representar um caminho positivo para recuperação da confiança do setor que vem enfrentando dificuldades nesse início de ano“.

Fatores influenciadores

A queda nos índices foi influenciada por uma avaliação menos positiva do volume de demanda atual e da situação atual dos negócios. Além disso, a confiança nas tendências de negócios para os próximos seis meses e na demanda prevista para os próximos três meses também apresentou declínio. Ambos os indicadores que compõem o IE-S caíram, sendo que o indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses teve o maior peso na queda, com recuo de 2,5 pontos, e atingiu 94,5 pontos, enquanto o indicador de demanda prevista nos próximos três meses retraiu 0,4 ponto, para 94,5 pontos.

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