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Boletim Focus: inflação cai, já PIB e Selic avançam em 2024

Banco Central do Brasil - Boletim Focus - Copom
Banco Central do Brasil (Imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

As projeções dos analistas para a inflação deste ano tiveram uma leve queda, ao passo que as estimativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e para a taxa básica de juros aumentaram, conforme dados divulgados nesta segunda-feira pelo Boletim Focus do Banco Central.

A previsão do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2024 diminuiu de 3,73% para 3,72%. No entanto, as expectativas para a inflação de 2025 avançaram de 3,60% para 3,64%. Para os anos subsequentes, a previsão permanece em 3,50%, indicando estabilidade.

Quanto ao PIB, a mediana das projeções para 2024 subiu de 2,02% para 2,05%. A tendência também se reflete nos anos seguintes, com estimativas mantendo-se em 2,0% para 2025, 2026 e 2027, sinalizando um crescimento estável, embora moderado.

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A projeção para a taxa básica de juros (Selic) teve um novo aumento, passando de 9,50% para 9,63%. As expectativas para os anos subsequentes também mostram um cenário de elevação, com projeções de 9,0% para 2025, 8,75% para 2026 e 8,50% para 2027.

Outros indicadores – Boletim Focus
  • Câmbio: As projeções para o dólar permanecem estáveis em todo o período analisado, mantendo-se em R$ 5,00 para 2024, R$ 5,05 para 2025, e R$ 5,10 para 2026 e 2027.
  • Resultado Primário: Houve uma melhora na projeção do resultado primário para 2024, com o déficit previsto diminuindo de -0,70% para -0,67% do PIB. As estimativas para os anos seguintes mantiveram-se relativamente estáveis.
  • Dívida Pública: A projeção para a dívida líquida do setor público teve uma elevação nos próximos anos, indicando um aumento gradual em relação ao PIB.
  • Balança Comercial: A projeção para a balança comercial brasileira em 2024 sofreu uma leve queda, enquanto as expectativas para os anos seguintes permaneceram relativamente estáveis.

Os dados refletem um panorama econômico no qual há uma expectativa de estabilidade na inflação, um crescimento moderado do PIB e um aumento gradual da taxa de juros. A manutenção das projeções para o câmbio sugere uma certa estabilidade nesse aspecto. No entanto, é importante monitorar os indicadores fiscais, como o resultado primário e a dívida pública, para garantir a sustentabilidade das finanças públicas.

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