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Entenda o impacto dos BCs do Reino Unido e México na economia brasileira

Política monetária dos BCs da Inglaterra e do México. (Foto: Alfonso21/Wikimedia Commons)
Política monetária dos BCs da Inglaterra e do México. (Foto: Alfonso21/Wikimedia Commons)

Com os bancos centrais do Reino Unido e México analisando cuidadosamente a situação econômica atual, os mercados financeiros permanecem atentos às suas decisões. As decisões de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco do México (Banxico) podem impactar a economia brasileira através de influências nas taxas de câmbio e investimentos internacionais, afetando o comércio e os preços das commodities.

Essas políticas também podem levar o Banco Central do Brasil a ajustar suas próprias taxas de juros em resposta às condições econômicas globais, enquanto a percepção de risco e os fluxos de investimento estrangeiro direto no Brasil podem ser moldados pela estabilidade ou volatilidade das políticas implementadas por esses bancos centrais.

Banco da Inglaterra avalia política monetária

Neste momento, o Banco da Inglaterra (BoE) tem suas decisões de política monetária sob intensa observação. O Comitê de Política Monetária do BoE deve manter a taxa bancária em 5,25% em sua reunião desta quinta-feira (09), com expectativas de manutenção das taxas pelos próximos meses devido à situação da inflação no Reino Unido.

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Em março, a inflação do Reino Unido registrou 3,2%, acima das expectativas de consenso, e a inflação de serviços, crucial para decisões políticas, atingiu 6%. Entretanto, o BoE observou uma possível queda na inflação principal em abril, com projeções futuras sugerindo uma redução para 2% em dois anos.

Andrew Bailey, governador do BoE, destacou sinais de uma diminuição na inflação, atribuindo isso a condições financeiras mais rígidas. A taxa de inflação, que já superou 11% no fim de 2022, deve cair para 1,9% no início de 2026. Com dois dos nove membros do comitê votando por uma redução das taxas nesta última reunião, Bailey sugere que cortes de taxas possam ocorrer em breve, desde que a inflação continue a cair.

“Precisamos ver mais evidências de que a inflação permanecerá baixa antes de podermos cortar as taxas de juros”, afirmou Bailey em um comunicado. “Estou otimista de que as coisas estão indo na direção certa”.

Banco do México enfrenta desafios econômicos

O peso mexicano mostra declínio frente ao dólar antes da reunião de política monetária do Banco do México (Banxico), com previsões de manutenção das taxas de juros em 11,00%.

Os dados de inflação de abril indicam um aumento para 4,63% em relação ao ano anterior, com uma queda para 0,19% em relação ao mês anterior. Esses números são fundamentais para as próximas decisões do Banxico. Em março, o banco reduziu as taxas de 11,25% para 11,00%, indicando que novos cortes dependeriam da evolução dos dados econômicos.

Jonathan Heath, Vice-Governador do Banco do México (Banxico), indicou em abril que o banco central pode optar por não reduzir as taxas de juros em maio, atribuindo essa decisão ao robusto crescimento econômico observado no primeiro trimestre.

Por sua vez, o Commerzbank prevê que o Banxico mantenha as taxas de juros inalteradas. No entanto, a instituição financeira alemã acredita que o banco central mexicano possa ajustar suas projeções para uma inflação significativamente mais baixa no segundo semestre de 2024, as quais atualmente parecem excessivamente otimistas diante dos dados recentes.

Leia também:

BC da Inglaterra mantém taxa de juros em 5,25%

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