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Por que BTG mantém recomendação das ações da Petrobras

Petrobras vende parte da Brentech por R$ 10,6 milhões
(Foto: Reprodução/Gov).

Apesar da recente queda de mais de 7% nas ações da Petrobras, o BTG Pactual mantém sua visão positiva sobre a companhia e continua aconselhando os investidores a comprarem os papéis. Esta postura segue após o anúncio, na última terça-feira, da demissão de Jean Paul Prates da presidência da estatal e a nomeação de Magda Chambriard, uma decisão que levantou preocupações sobre uma possível interferência política na empresa.

Em relatório divulgado aos clientes, o BTG Pactual expressou cautela com a mudança na liderança, mas enfatizou a necessidade de evitar reações precipitadas às decisões governamentais. O banco reiterou sua recomendação de compra, projetando que o preço das ações em dólar pode alcançar US$ 19 nos próximos 12 meses, o que representa uma valorização de 13% em relação ao valor atual.

 

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No mercado financeiro, a notícia impactou negativamente as ações da Petrobras no início do pregão, refletindo o receio de longa data dos investidores com a influência política na gestão da empresa. A demissão de Prates marca mais um episódio de instabilidade no comando da estatal, que já viu frequentes mudanças de liderança ao longo dos anos.

Ainda assim, as ações da Petrobras apresentam uma valorização de 10% em 2024 e de 84% nos últimos 12 meses, beneficiadas pelos lucros robustos obtidos com os recentes aumentos no preço do petróleo. Essa análise foi realizada por Einar Rivero, sócio da Elos Ayta Consultoria, com base nas cotações das ações preferenciais (PETR4) registradas às 12h40 desta quarta-feira (15).

Segundo o BTG Pactual, as reformas implementadas no estatuto da Petrobras e a Lei das Estatais, que restringem nomeações políticas e promovem a profissionalização da gestão, são avanços que contribuem para a estabilidade futura da empresa. O banco também reconheceu o perfil técnico de Chambriard, que acumula mais de 40 anos de experiência no setor de petróleo e gás.

O relatório do banco ainda menciona que, embora o controlador da Petrobras tenha a prerrogativa de alterar a presidência da empresa sempre que desejar, a nomeação de Chambriard é vista como um sinal de que as futuras escolhas serão baseadas em critérios técnicos.

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