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Parceria com Luckin Coffee impulsiona exportação de café brasileiro

Acordo visa expandir a presença do café brasileiro no mercado chinês.

Café brasileiro
(Imagem: divulgação/Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços)

No segundo dia da missão oficial à China, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, assinou memorandos de entendimento (MOU, na sigla em inglês) para a promoção do café brasileiro na maior rede de cafeterias da China, a Luckin Coffee. Assim, a parceria inclui a compra de aproximadamente 120 mil toneladas de café brasileiro, avaliado em cerca de U$ 500 milhões. Atualmente, a Luckin Coffee, tem mais de 16 mil lojas na China, e é a principal importadora de café brasileiro no país.

Em 2022, o Brasil exportou US$ 80 milhões em café, aumentando para US$ 280 milhões no ano passado, quase quatro vezes mais. O novo contrato com a Luckin Coffee demonstra a abertura de novos mercados para o Brasil, o maior produtor e exportador de café do mundo. “Agora, só neste contrato com a Luckin Coffee, estamos falando de meio milhão de dólares”, destacou o vice-presidente.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, enfatizou que a produção brasileira de café está cada vez mais focada na sustentabilidade. O CEO da Luckin Coffee, Jinyi Guo, mencionou que mais da metade dos funcionários da rede é composta por mulheres com menos de 25 anos, refletindo um compromisso com a inclusão social.

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Apoio da ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção à Exportação (ApexBrasil), representada pelo presidente Jorge Viana, apoiará as atividades promocionais da parceria. A agência deve fornecer informações, materiais de marca e facilitando programas de intercâmbio de conhecimento sobre o café brasileiro. Contudo, o apoio inclui visitas de representantes da Luckin Coffee a fazendas de café e institutos de pesquisa no Brasil.

A ApexBrasil promoveu as iniciativas que incluem o acordo com a Luckin Coffee e a assinatura de um memorando para a criação de um hub de inovação brasileira em Xangai. As duas organizações planejam uma atividade promocional especial em 2024 para aumentar a visibilidade do café brasileiro na China. Esse ano, completam 50 anos de relações diplomáticas entre os dois países.

Geraldo Alckmin ressaltou o valor social do café, a bebida mais consumida no mundo depois da água. “O café é uma alternativa para o pequeno produtor, pois não é preciso ter milhares de hectares para produzir café. É uma boa alternativa de renda para a agricultura familiar e o pequeno produtor de café orgânico. Este é um bom caminho, pois tem importância econômica e também social”, afirmou.

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