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Descubra os 10 maiores patrocinadores do futebol brasileiro de 2024

Grandes empresas apostam alto no esporte mais popular do Brasil

Descubra os 10 maiores patrocinadores do futebol brasileiro de 2024
De La Cruz, meio-campista do Flamengo, usando uma camisa com o patrocínio do Pixbet (Foto: Paula Reis/Flamengo).

O futebol, considerado a paixão nacional do Brasil, revela-se um campo promissor para aportes significativos de grandes corporações. Em 2023, os vinte clubes mais rentáveis do país arrecadaram, em patrocínios, o total de R$ 1,03 bilhão, cifra corrigida pelo IPCA. Esse dado foi divulgado pela consultoria Sports Value, responsável pelo acompanhamento financeiro no setor esportivo. Dada a importância desses investimentos, apresentaremos a seguir a relação dos 10 maiores patrocinadores do futebol brasileiro em 2024.

As empresas de variados setores, incluindo bancos, varejistas e casas de apostas, são atraídas pela vasta exposição que o futebol oferece. Amir Somoggi, sócio-diretor da Sports Value, explica que os patrocínios não apenas aumentam a visibilidade das marcas, mas também promovem valores associados ao esporte, como saúde e trabalho em equipe.

Patrocínio máster

Cada clube de futebol oferece diferentes cotas de patrocínio, com o patrocínio máster representando a maior e mais lucrativa delas. Este patrocínio garante ao investidor o maior destaque nas camisas dos jogadores, além de benefícios como camarotes e ingressos para jogos.

Recentemente, o Corinthians detinha o maior contrato de patrocínio máster, avaliado em R$ 120 milhões anuais com a Vai de Bet. No entanto, o clube rescindiu este contrato devido ao não cumprimento de uma cláusula anticorrupção. Com isso, o Flamengo agora lidera o ranking, com um patrocínio de R$ 85 milhões por ano da Pixbet.

10 maiores patrocinadores do futebol brasileiro 2024

1 – Pixbet (Flamengo) – R$ 85 milhões

2 – SuperBet (SPFC e Fluminense) – R$ 84 milhões

3 – Crefisa (Palmeiras) – R$ 81 milhões

4 – Banrisul (Internacional e Grêmio) – R$ 60 milhões

5 – Blaze (Santos) – R$ 28 milhões

6 – PariMatch (Botafogo) – R$ 27 milhões

7 – Betfair (Cruzeiro) – R$ 25 milhões

8 – Betano (Atlético Mineiro) – R$ 18 milhões

9 – Movbet (Fortaleza) – R$ 17 milhões

10 – Esportes da Sorte (Athletico Paranaense) – R$ 17 milhões

Além do patrocínio dos clubes, as empresas têm a opção de patrocinar campeonatos completos ou adquirir os direitos de nomeação de estádios, o chamado “Naming Rights”. Um exemplo notável é o Mercado Livre, que adquiriu os direitos do Pacaembu, renomeando-o para Mercado Livre Arena Pacaembu com um investimento de R$ 1 bilhão por um período de 30 anos.

 

Embora os patrocínios formem uma parte expressiva das receitas, os clubes ainda dependem mais dos direitos de transmissão televisiva e das premiações de campeonatos. De acordo com dados da Sports Value, estes compõem o maior segmento de receita dos clubes, seguido pelas transferências de jogadores e marketing.

Essa diversificação das fontes de receita é essencial para a sustentabilidade financeira dos clubes, permitindo-lhes, dessa forma, investir na melhoria de suas instalações, na contratação de talentos e no fortalecimento de suas estratégias de marketing e desenvolvimento de jogadores.

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