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Prévia do PIB cresce 0,2% em agosto, aponta retomada econômica

A prévia do PIB registra alta de 0,2% em agosto, sugerindo retomada econômica e possível aceleração do PIB, após queda registrada no mês anterior.
Imagem de cédulas do real, representando o crescimento da prévia do PIB do Brasil E O MERCADO ECONÔMICO
(Imagem: Carlito Canhadas/Pixabay)
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O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto – PIB, registrou crescimento de 0,2% em agosto, na comparação com julho, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (14). Ajustado sazonalmente, esse indicador funciona como um termômetro do desempenho econômico recente, oferecendo pistas sobre a evolução do PIB.

Recuperação após queda em julho e expectativas para o PIB

Após ter recuado 0,4% em julho – maior queda desde maio de 2023 –, o IBC-Br apresentou crescimento, sugerindo uma retomada econômica. Em um cenário onde o mercado financeiro busca sinais de estabilidade, o resultado positivo de agosto indica que o ritmo da atividade pode estar mais forte do que o esperado, conforme sugerido na última ata do Copom.

Na comparação com agosto de 2023, o IBC-Br teve alta de 3,1%. Nos primeiros oito meses de 2024, o crescimento acumulado foi de 2,9% (sem ajuste sazonal). Em um período de 12 meses, o índice subiu 2,5%, também sem ajustes sazonais.

Projeções econômicas e impacto da prévia do PIB

O Banco Central elevou sua projeção de crescimento para 3,2% ao final de setembro, destacando que a atividade econômica vem superando as expectativas. No segundo trimestre, o PIB cresceu 1,4% em relação ao trimestre anterior, surpreendendo analistas. Diante desse cenário, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estimou que o crescimento de 2024 poderá superar 3%.

A atividade econômica e do mercado de trabalho segue apresentando dinamismo maior do que o esperado“, afirmou o Banco Central na ata do Copom. Caso essas previsões se confirmem, o PIB de 2024 demonstrará uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em 2023.

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Crescimento, inflação e política monetária

Embora o crescimento econômico seja um sinal positivo, ele também levanta preocupações com pressões inflacionárias. Para manter a inflação dentro da meta de 3%, com teto de 4,5%, o Banco Central ajusta a taxa básica de juros, a Selic. O objetivo é controlar a demanda e evitar aumentos nos preços.

Diferenças entre a prévia do PIB e o PIB

Embora o IBC-Br, que é a prévia, busque antecipar o desempenho oficial do PIB, divulgado pelo IBGE, os dois indicadores nem sempre apresentam resultados alinhados. O cálculo do IBC-Br inclui estimativas de agropecuária, indústria, serviços e impostos. Por outro lado, o PIB também considera o lado da demanda, englobando consumo e investimentos.

O IBC-Br é uma ferramenta essencial para a política monetária, fornecendo sinais antecipados sobre a atividade econômica e suas possíveis implicações para a inflação. Por fim, em um cenário de aquecimento da economia, o Banco Central pode recorrer a ajustes na Selic para garantir estabilidade nos preços e crescimento sustentável.

Saiba como é calculado o PIB

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