Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Meta encerra checagem de fatos nos EUA após ameaças de Trump

Meta parou a checagem de fatos nos EUA, gerando preocupações sobre desinformação. Mark Zuckerberg afirma que a decisão prioriza a liberdade de expressão, mas críticos alertam sobre o risco de notícias falsas. O Ministério Público Federal do Brasil já questiona essa medida.
Mark Zuckerberg em anúncio sobre mudanças na Meta, incluindo o fim da checagem de fatos nos EUA.
A Meta encerrar a checagem de fatos pode ampliar a desinformação nas redes sociais - Mark Zuckerberg. (Foto: redes sociais)

Meta encerra checagem de fatos no Instagram e no Facebook nos Estados Unidos. O anúncio, feito por Mark Zuckerberg, CEO da empresa, está gerando polêmica. Donald Trump, presidente eleito, afirmou que suas ameaças a Zuckerberg podem ter sido determinantes para a decisão. A mudança promete transformar a forma como a desinformação é tratada nas plataformas.

Zuckerberg destacou, em um vídeo recente, que o objetivo é priorizar a liberdade de expressão. Ele explicou que a responsabilidade pela verificação de informações passará a ser dos próprios usuários, marcando o fim das equipes de checagem de fatos.

Confira o que disse Mark Zuckerberg:

YouTube thumbnail

O que muda após Meta encerrar checagem de fatos?

Fim do sistema de checagem de fatos

A decisão de encerrar a checagem de fatos pela Meta gerou grande repercussão. Antes, a empresa mantinha especialistas internos e externos para verificar conteúdos considerados falsos ou ofensivos. Agora, essa tarefa será delegada aos usuários, sob a justificativa de que o sistema anterior era politicamente tendencioso.

Menos restrições para postagens

Outra mudança anunciada por Zuckerberg é a retirada de restrições sobre temas como imigração e gênero. Essa flexibilização marca um afastamento das políticas anteriores, que limitavam conteúdos sensíveis.

Moderação mais leve

A Meta também reduzirá os filtros que removem conteúdos da plataforma. Apenas postagens ilegais, como aquelas relacionadas a terrorismo e tráfico de drogas, continuarão sendo eliminadas. Segundo Zuckerberg, essa alteração visa evitar a exclusão acidental de postagens legítimas.

Retorno do conteúdo político

Por fim, a empresa pretende dar maior visibilidade a publicações políticas. De acordo com Zuckerberg, isso atende a um desejo dos usuários por mais transparência nesse tipo de conteúdo.

Reações e preocupações

Especialistas alertam que o fato de a Meta encerrar a checagem de fatos pode ampliar a desinformação nas redes sociais. Críticos afirmam que deixar a responsabilidade nas mãos dos usuários pode tornar as plataformas mais vulneráveis à disseminação de notícias falsas.

Conforme publicado pelo G1, no Brasil, João Brant, secretário de Políticas Digitais do governo federal, criticou a postura da Meta. Ele afirmou que a decisão representa uma aliança com Donald Trump para enfrentar regulações globais. Brant destacou que, mesmo sem mencionar diretamente o Brasil, Zuckerberg demonstra desrespeito à soberania de países que trabalham para regular o ambiente digital.

O Ministério Público Federal (MPF) anunciou que investigará se essas mudanças serão implementadas no Brasil. A preocupação é que o modelo americano substitua o programa de checagem por um sistema de “Notas da Comunidade”, semelhante ao adotado pela plataforma X, antigo Twitter.

Interesses econômicos da Meta e apoio a Trump

A leitura no MPF é de que, ao encerrar a checagem de fatos, a Meta prioriza seus interesses econômicos nos Estados Unidos. A estratégia busca fortalecer uma aliança com o presidente eleito Donald Trump, que poderá ajudar a empresa na luta contra regulações que as big techs enfrentam globalmente.

Segundo o MPF, a Meta opta por atender às demandas do mercado americano e do novo governo, deixando em segundo plano leis e diretrizes locais de outros países. Essa postura já gerou tensões em nações como o Brasil, onde há esforços para garantir a integridade das informações no ambiente digital.

Impactos no Brasil e no mundo com Meta não realizando checagem de fatos

No Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF) está analisando uma ação que pode ampliar a responsabilidade das plataformas digitais sobre conteúdos falsos ou ofensivos. Até agora, os votos indicam que as empresas deverão adotar medidas mais rígidas para evitar a disseminação de desinformação, em contraste com as novas políticas da Meta.

Em escala global, a decisão da Meta de encerrar a checagem de fatos é vista como parte de uma estratégia para resistir às regulações impostas às big techs. Zuckerberg também mencionou dificuldades enfrentadas pela empresa em regiões como Europa, América Latina e China, onde as regras para plataformas digitais são mais rigorosas.

O que significa para os usuários?

Com o fim da checagem de fatos, a Meta aposta em menos controle sobre o conteúdo que circula em suas plataformas. Enquanto a empresa defende a liberdade de expressão, críticos alertam para o aumento do risco de desinformação e a possível negligência em relação à responsabilidade das redes sociais.

FacebookInstagramLinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado