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Reconstrução de Gaza custará US$ 70 bi, dizem FMI e Banco Mundial

O FMI e o Banco Mundial estimam em US$ 70 bilhões o custo da reconstrução de Gaza, valor acima da projeção anterior de US$ 50 bilhões. As instituições discutem com a ONU e a União Europeia a criação de um fundo multilateral para financiar obras e estabilizar a economia regional.
FMI e Banco Mundial estimam custo US$ 70 bilhões para reconstrução de Gaza
FMI e Banco Mundial estimam em US$ 70 bilhões o custo da reconstrução de Gaza e discutem criação de fundo multilateral com ONU e União Europeia. (Imagem: Associated Press)

A reconstrução de Gaza deve exigir cerca de US$ 70 bilhões, segundo estimativa em revisão pelo Banco Mundial, Organização das Nações Unidas (ONU) e União Europeia (UE), divulgada na última sexta-feira (17/10). O cálculo amplia a projeção anterior, de US$ 50 bilhões, e foi tema de debate durante reunião do Comitê de Desenvolvimento que assessora o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.

A diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonjo-Iweala, afirmou que as instituições multilaterais discutem as bases para um plano de reconstrução em larga escala para Gaza após a trégua mediada pelos Estados Unidos. Segundo ela,“espera-se que essa nova fase ocorra de forma pacífica e que leve à normalização da vida na região”.

Desafios para a reconstrução de Gaza

Entre os principais desafios logísticos para a reconstrução de Gaza estão a remoção de 61 milhões de toneladas de entulho e a reconstrução de moradias e infraestrutura essencial, segundo o Programa de Desenvolvimento da ONU (PNUD). O administrador interino da entidade, Haoliang Xu, disse que o primeiro passo será definir as condições mínimas para o início das obras. “Somos capazes, podemos fazer isso, mas as condições precisam ser adequadas”, afirmou.

No plano de reconstrução de Gaza, agências multilaterais avaliam a criação de um fundo de financiamento internacional para concentrar doações e empréstimos concessionais. Assim, buscam reduzir a fragmentação dos esforços de ajuda para combater a devastação e a fome em Gaza. A União Europeia deve participar da estrutura de governança e de garantias de transparência na aplicação dos recursos.

Atualmente, cerca de 560 toneladas de alimentos entram diariamente na Faixa de Gaza, segundo o Programa Mundial de Alimentos (PMA). Porém, trata-se de um volume ainda distante da demanda humanitária total. O Banco Mundial avalia que a escassez de infraestrutura básica e de rotas seguras em Gaza impede o avanço pleno das operações de reconstrução.

Reordenando o cenário financeiro

Analistas do FMI e do Banco Mundial veem a reconstrução de Gaza como um dos maiores desafios de reconstrução civil desde a Segunda Guerra Mundial. Para o FMI, o plano pode se tornar um modelo de cooperação multilateral. A ideia é combinar fundos de emergência e investimentos produtivos para revitalizar a economia local e estabilizar fluxos financeiros no Oriente Médio.

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