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PIB deve mostrar recuperação no 4T21, acumulando expansão de 4,5% em 2021

(Foto: Pexels)

Em semana mais curta, em função do feriado do Carnaval, o principal destaque da agenda econômica é a divulgação, na sexta (4), do resultado do PIB do 4o trimestre e do acumulado de 2021. O consenso do mercado projeta alta de apenas 0,1% no trimestre, influenciado pela recuperação do setor de serviços, que se beneficiou do avanço da vacinação e reabertura das atividades no período. Com isso, o PIB avançaria 4,5% no ano, mais que devolvendo a queda de 3,9% observada em 2020 com o surgimento da pandemia.

No entanto, vale notar que os indicadores conhecidos ao longo do trimestre mostraram números um pouco melhores do que o esperado, sugerindo que o resultado do 4o trimestre pode surpreender positivamente, podendo chegar a 0,5%, ocasionando um crescimento maior também no acumulado de 2021 (até 4,7%). De toda forma, mesmo que haja alguma surpresa positiva no dado do 4T21, não deve alterar substancialmente as perspectivas de baixo crescimento em 2022, diante do ciclo de alta da taxa Selic e a série de incertezas (eleitoral e internacional) que rondam o cenário.

Ainda na semana, também serão conhecidos os dados da balança comercial de fevereiro, na quinta (3), que deve registrar superávit de US$ 3,5 bi, superior ao dado de fev/21 (US$ 1,8 bi), impulsionado pelo aumento do preço das commodities e da boa safra agrícola, levando a um crescimento expressivo das exportações. Assim, consolida-se a percepção que a balança comercial deve apresentar novamente, um elevado superávit no ano.

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Por fim, a Fenabrave deve divulgar os dados de emplacamentos de veículos, também nesta quinta. Atenção se haverá alguma melhora, após intensa queda em janeiro (-26,1%), o que sinalizaria redução das restrições nas cadeias produtivas.

Na política, a semana deve ser relativamente tranquila, com os principais temas em pauta, em especial os projetos que tratam sobre a redução de tributos e mudança de política de preços dos combustíveis, devendo ser discutidos apenas na próxima semana. De toda forma, diante da escalada dos preços do petróleo no mercado internacional, o governo deve apostar na aprovação de algum dos projetos em discussão para evitar novos aumentos dos preços dos combustíveis internamente.

A informação é da Febraban.

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