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Rappi está se prejudicando devido exclusividade de apps, diz CEO

 pouco mais de um ano, o Rappi trava uma batalha forte com o iFood pelo segmento de comida em restaurantes. Tijana Jankovic, CEO do Rappi diz estar em um momento desafiador e alega que o iFood, que domina 80% do delivery de comida – segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), violou as regras estipuladas pelo órgão no ano passado.

Ela lidera um grupo com cerca de 40 empresas e associações em uma nova petição no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Na época da violação por parte da empresa, o Cade proibiu o iFood de fechar contratos de exclusividade com restaurantes.

Em uma entrevista ao Jornal Estado de São Paulo, a CEO explica o porquê de considerar tal modelo de exclusividade prejudicial ao mercado. em nenhum outro país há uma concentração tão grande com um nome tão dominante no mercado.

Jankovic diz que o problema da exclusividade é a sua concentração, havendo uma oferta extremamente desbalanceada, pela qual o parceiro basicamente não tem outra escolha. “Nosso desejo com o Cade é que não faz sentido ter exclusividade no segmento de restaurantes. Mas existem atuações diferentes dessas exclusividades que prejudicam mais ou menos esse mínimo de competição. Existem soluções intermediárias, e o Cade é o mais capacitado para decidir sobre isso. A gente vem trazendo provas de como o mercado atual não está num momento saudável”, afirma Tijana.

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