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Trabalho Híbrido Cresce, mas Presença Física ainda Predomina no Mercado, Aponta Infojobs

A edição deste ano, acontece nos dias 28 e 29 de outubro, em formato híbrido com vagas limitas no presencial e transmissão online para todo o país. Inscrições já estão abertas e são gratuitas.
A edição deste ano, acontece nos dias 28 e 29 de outubro, em formato híbrido com vagas limitas no presencial e transmissão online para todo o país. Inscrições já estão abertas e são gratuitas.

Trabalho Híbrido ou a combinação entre o trabalho remoto e o presencial vem ganhando força no mundo corporativo. De acordo com um levantamento recente da Infojobs, plataforma de recursos humanos, este formato experimentou um aumento significativo desde o início da pandemia. Entretanto, a presença física integral ainda é a principal demanda em vagas de emprego.

As vagas totalmente remotas cresceram 32,6% desde novembro do ano anterior, enquanto as posições híbridas tiveram um aumento de 16,6%. Apesar dessas subidas expressivas, o trabalho presencial integral ainda ocupa uma fatia considerável do mercado. No início deste ano, 94,8% das 7.010 oportunidades disponíveis eram para atividades presenciais, contra apenas 2,7% para vagas totalmente remotas e 2,48% para o formato híbrido.

O cenário de retorno aos escritórios ganha força com o avanço da vacinação e a redução dos casos de Covid-19. As empresas, no entanto, têm a preocupação em evitar problemas de integração entre os colaboradores. Esta é uma das razões pelas quais muitas optaram pelo trabalho híbrido, como forma de manter suas equipes motivadas.

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Entre as áreas que mais oferecem vagas híbridas estão comércio e vendas (34%), tecnologia da informação (10,5%) e finanças (10,2%). A necessidade de interação direta com clientes e a cultura corporativa podem ser alguns dos fatores que impulsionam esses números.

Em contrapartida, uma pesquisa realizada pelo Infojobs, em parceria com o Grupo TopRH, mostrou que 64,4% dos entrevistados que precisaram voltar ao trabalho presencial após o home office sentem que a qualidade de vida piorou. Nos casos em que as empresas adotaram ações para suavizar essa transição, os funcionários destacaram a flexibilidade de horários (23,1%), iniciativas voltadas para o bem-estar e saúde mental (21,8%) e a readequação dos espaços de trabalho (18,4%).

A pesquisa, realizada em abril, contou com a participação de 1.008 entrevistados, dos quais 55,9% se identificam como gênero feminino e 45,9% como gênero masculino. A maioria dos participantes era da região Sudeste do país.

Neste novo cenário pós-pandêmico, o equilíbrio entre o trabalho presencial e remoto se apresenta como um dos principais desafios do mercado. O movimento em direção ao trabalho híbrido é inegável, mas as empresas ainda buscam maneiras eficazes de lidar com essa transição, sem sacrificar a produtividade e a qualidade de vida de seus colaboradores.

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