Brasil planeja reformas globais no G20

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Foto: Divulgação

O Brasil, sob a liderança de Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, planeja usar sua presidência no G20 para propor reformas significativas em instituições como o FMI, Banco Mundial e OMC, com foco em uma “reglobalização sustentável”.

O ministro anunciou esses planos durante a instalação da Comissão Nacional do G20 no Palácio do Planalto. Esta comissão, com o mandato brasileiro a partir de 1º de dezembro, coordenará 104 reuniões, culminando na Reunião de Cúpula do G20 em 2024 no Rio de Janeiro.

Haddad, ao lado do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, destacou a importância do G20 como fórum principal para discussões globais, especialmente em meio a crises em organizações multilaterais. Ele enfatizou a necessidade de evitar a fragmentação da economia global, propondo uma nova forma de globalização, centrada em questões socioambientais.

O Ministro criticou a globalização anterior pelas desigualdades que gerou e destacou a importância de um novo modelo que incorpore a sustentabilidade. Ele vê o G20 como uma oportunidade para o Brasil influenciar positivamente a economia mundial, beneficiando não apenas o Brasil, mas toda a América Latina e países em desenvolvimento.

Entre os planos específicos do Ministério da Fazenda durante a presidência do G20, Haddad citou a reforma das instituições financeiras internacionais, a promoção de uma tributação internacional justa e esforços para resolver a dívida externa de países pobres. Ele concluiu afirmando que o G20 será um fórum para promover mudanças ecológicas equitativas e prevenir riscos econômicos e financeiros globais.

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