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Como a IA busca reduzir e lucrar com alimentos desperdiçados

Como a IA busca reduzir e lucrar com alimentos desperdiçados
(Foto: Peter Wendt/Pexels).

O setor de alimentos enfrenta um problema crônico relacionado ao desperdício em supermercados e restaurantes. As soluções inovadoras vêm de empresas que integram tecnologia de inteligência artificial para minimizar esse problema. A Winnow e a Afresh estão à frente dessas iniciativas, empregando ferramentas de IA para analisar e ajustar a oferta de alimentos de acordo com a demanda real dos consumidores.

Tecnologia de monitoramento

A Winnow utiliza câmeras para monitorar o conteúdo descartado em cozinhas de hotéis e restaurantes, permitindo aos gestores identificar quais alimentos são frequentemente desperdiçados. Essa tecnologia foi adotada por uma rede de Hotéis Hilton, onde foi notado que itens como croissants e feijões assados eram frequentemente jogados fora por serem servidos em porções grandes demais.

 

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Por outro lado, a Afresh foca no setor de varejo, processando dados de vendas para prever a demanda por produtos perecíveis. A tecnologia da empresa analisa informações de vendas de longo prazo para ajudar supermercados a decidir quantidades adequadas de produtos frescos para estocar, reduzindo assim a quantidade de itens não vendidos que acabam em aterros sanitários.

Nos Estados Unidos, cerca de um terço dos alimentos produzidos nunca é consumido, contribuindo para 8% a 10% das emissões globais de gases de efeito estufa. Este impacto é comparável às emissões combinadas da aviação e do transporte marítimo. Globalmente, foram desperdiçadas 1 bilhão de toneladas de alimentos em 2022, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

Inovações para a conservação de alimentos

Além das tecnologias de monitoramento e previsão, há também avanços na preservação de alimentos frescos. Startups como a Apeel e a Mori oferecem revestimentos que prolongam a vida útil de frutas e vegetais. Outras, como o aplicativo Flashfood, conectam consumidores a produtos com descontos em supermercados, incentivando a compra de itens que de outra forma seriam descartados.

Um exemplo de avanço vem de um grupo de cadeias de supermercados no oeste dos Estados Unidos e no Canadá que participam do Pacific Coast Food Waste Commitment. Entre 2019 e 2022, essas cadeias reduziram em 25% seus volumes totais de alimentos não vendidos, e aumentaram as doações para instituições beneficentes e o envio de resíduos para compostagem.

Segundo Dana Gunders, head do Refed, um grupo de pesquisa e ativismo, esses resultados mostram que o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos pela metade até 2030 é alcançável, mas é necessário um maior esforço coletivo em todos os setores do sistema alimentício.

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