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EUA impõem novas sanções ao Irã, saiba mais

sanções ao Irã
(Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA ESTATAL DE NOTÍCIAS DO IRÃ)

Os Estados Unidos, em uma ação coordenada com o Reino Unido e o Canadá, anunciaram novas sanções ao Irã nesta quinta-feira (25). O principal foco dessas penalidades econômicas são os drones iranianos, particularmente pelo seu papel nos conflitos na Ucrânia e outras regiões. Esta medida visa intensificar a pressão sobre Teerã, que tem sido acusada de contribuir para a instabilidade global através de suas exportações militares.

Expansão da pressão internacional

O Departamento do Tesouro dos EUA especificou que as sanções incidem sobre mais de uma dúzia de entidades e indivíduos, além de embarcações, todos ligados ao financiamento e facilitação da venda de veículos aéreos não tripulados para o Ministério da Defesa e Logística das Forças Armadas do Irã. Essas entidades estão, por sua vez, associadas ao apoio à Guarda Revolucionária do Irã e à guerra russa na Ucrânia.

Ações coordenadas com aliados

Esta série de sanções reflete uma estratégia coordenada entre os aliados para mitigar a influência iraniana em conflitos armados internacionais. “O Ministério da Defesa do Irã continua a desestabilizar a região e o mundo com seu apoio à guerra da Rússia na Ucrânia, o ataque sem precedentes a Israel e a proliferação de veículos aéreos desarmados e outros equipamentos militares perigosos para representantes terroristas”, disse o subsecretário do Tesouro para Terrorismo e Inteligência Financeira, Brian Nelson à Reuters.

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Repercussões dos conflitos

As tensões escalaram este mês quando o Irã realizou um ataque direto a Israel, usando mais de 300 drones e mísseis, em resposta a um suposto ataque aéreo israelense em Damasco. Esse confronto marcou uma intensificação nas hostilidades, levando a uma resposta rápida dos EUA através do aumento das sanções.

Apoio dos EUA a Israel

Na última quarta-feira (17), o presidente Joe Biden expressou seu firme apoio à proposta do presidente da Câmara, o republicano Mike Johnson, de fornecerum pacote de ajuda a três importantes aliados. O pacote de ajuda proposto, que soma US$ 95 bilhões, divide-se da seguinte forma: aproximadamente US$ 61 bilhões destinam-se à Ucrânia, US$ 26 bilhões a Israel e os restantes US$ 8 bilhões para fortalecer aliados no Indo-Pacífico. Estes valores estão alinhados com as aprovações anteriores do Senado, refletindo um entendimento bipartidário sobre a necessidade desses auxílios.

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