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Ibovespa fecha com alta de 0,15%, Petrobras e Raízen se destacam

Gol e Azul recuam enquanto Petrobras impulsiona Ibovespa

Ibovespa
(Imagem: divulgação/Ibovespa)

O Ibovespa fechou estável nesta segunda-feira (27), registrando uma leve alta de 0,15%, a 124.495,68 pontos. A ausência de fluxo estrangeiro marcou o dia no mercado, com o índice refletindo as falas do presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, e a alta nas ações da Petrobras (PETR3; PETR4).

Durante a tarde, Roberto Campos Neto participou de um almoço promovido pelo Grupo Lide. Ele ressaltou que a alta na expectativa para a inflação foi determinante para que o Comitê de Política Monetária (Copom) optasse por uma redução menor na taxa Selic na última reunião. A desancoragem das expectativas foi influenciada pelas contas públicas e pelos dados de emprego no Brasil, além de um cenário externo desafiador que obrigou a equipe a repensar o “forward guidance”.

Ações da Petrobras e Raízen sobem

Com a alta do petróleo, as petrolíferas registraram ganhos no Ibovespa. Assim, as ações da Petrobras fecharam em alta de 1,09% para preferenciais e 1,02% para ordinárias. As junior oils também tiveram desempenho positivo. A 3R Petroleum (RRRP3) subiu 1,42%, PetroRecôncavo (RECV3) aumentou 1,58% e Prio (PRIO3) cresceu 0,51%.

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Além disso, a Raízen (RAIZ4) fechou com um salto de 2,47%. Na última sexta-feira (24), a companhia inaugurou uma nova instalação para a produção de etanol de segunda geração em Guariba, São Paulo. Portanto, o investimento de R$ 1,2 bilhão aumentará a capacidade de produção de etanol. A unidade está prevista para produzir 112 milhões de litros por ano.

Gol e Azul em queda

Na ponta negativa, as ações da Gol (GOLL4) caíram 3,55%, refletindo a avaliação do mercado sobre o plano financeiro de cinco anos, anunciado hoje pela companhia. A Azul (AZUL4) também registrou queda de 2,32%, devido à parceria entre as duas companhias aéreas.

Contudo, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está avaliando o acordo entre Gol e Azul para verificar possíveis problemas de concorrência, o que contribuiu para a queda dos papéis.

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