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Pacote de receita pode garantir R$ 17 bilhões para equilíbrio fiscal

Governo prevê arrecadar R$ 17 bilhões com pacote de receita em 2024. Medidas incluem ICMS, Carf e transações tributárias.
Dois ministros do governo federal conversam sobre estratégias econômicas para o equilíbrio fiscal em 2024.
(Imagem: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

O governo federal estabeleceu uma nova meta fiscal para 2024, prevendo arrecadar R$ 17 bilhões com o pacote de receita aprovado no Congresso no ano passado. A estimativa foi apresentada pelo Ministério do Planejamento no relatório bimestral de receitas e despesas, referente ao 5º bimestre de 2024. A projeção, entretanto, marca uma queda em relação ao cálculo divulgado em setembro, que previa R$ 33,74 bilhões.

Detalhamento do pacote de receita

O governo federal estruturou o pacote de receita com diversas medidas tributárias para alcançar o déficit primário zero. Confira as principais projeções de arrecadação detalhadas pelo governo:

  • Subvenção de ICMS: R$ 4,702 bilhões
  • Voto de qualidade no Carf: R$ 424 milhões
  • Apostas de quota fixa: R$ 132 milhões
  • Compensações tributárias (Lei 14.873/2024): R$ 4 bilhões
  • Transações da Receita Federal: R$ 5 bilhões
  • Transações pela PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional): R$ 2,749 bilhões

Essas iniciativas somam R$ 17,008 bilhões, reforçando a estratégia fiscal do governo.

Desafios e metas

Em meio a um cenário fiscal desafiador, a expectativa inicial era de arrecadar R$ 168,3 bilhões em 2024, valor necessário para cumprir a meta de déficit zero. Apesar disso, o relatório não especifica o desempenho das medidas nos meses anteriores, gerando incertezas sobre a real efetividade da execução.

Além disso, o governo enfrenta dificuldades para desbloquear recursos e investir em setores estratégicos. O aumento no congelamento de verbas, de R$ 13,3 bilhões para R$ 19,3 bilhões, eleva a pressão sobre a arrecadação. Especialistas apontam que, para alcançar os objetivos traçados, será necessário aumentar a eficiência das medidas arrecadatórias e acompanhar de perto os impactos econômicos.

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