A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Ceará, na última quinta-feira (2 de julho), marcou uma nova etapa da Ferrovia Transnordestina. Durante a agenda, o governo federal oficializou a entrega dos lotes 4 e 5, apresentou o avanço das obras no lote 6 e assinou a ordem de serviço do ramal ferroviário que fará a ligação entre a ferrovia e o futuro Terminal de Uso Privado (TUP) Nelog, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).
Todos esses trechos são executados pela Marquise Infraestrutura, responsável pela construção dos lotes 1 ao 8 e do lote 11 da Transnordestina no Ceará, além do ramal de acesso ao TUP Nelog. A atuação consolida a empresa como uma das principais executoras de um dos maiores projetos de infraestrutura logística em andamento no país.
Marquise executa os principais lotes da Ferrovia Transnordestina no Ceará
Ao longo da implantação da ferrovia, a Marquise Infraestrutura passou a responder por alguns dos trechos mais estratégicos da obra no estado, acumulando experiência em serviços de alta complexidade técnica, como terraplenagem, obras de arte especiais e implantação da via permanente, sempre com foco em qualidade, segurança e cumprimento dos cronogramas.
Para o diretor da Marquise Infraestrutura, Renan Carvalho, os marcos anunciados durante a visita presidencial refletem a capacidade da empresa de executar empreendimentos de grande porte.
“A Transnordestina reúne alguns dos maiores desafios da engenharia brasileira, e fazer parte desse projeto é motivo de grande orgulho para toda a nossa equipe. A entrega desses trechos evidencia nossa excelência técnica e a capacidade de executar projetos de grande porte com qualidade, segurança e eficiência, transformando a logística e impulsionando a economia do Ceará e do país.”
Ferrovia Transnordestina vai conectar o interior do Nordeste ao Porto do Pecém
Com cerca de 1.200 quilômetros de extensão, a Ferrovia Transnordestina ligará Eliseu Martins, no Piauí, ao Porto do Pecém, no Ceará, passando pelo oeste de Pernambuco. Quando concluída, a ferrovia atravessará 53 municípios nordestinos e deverá entrar em operação no segundo semestre de 2028, conforme previsão do governo federal.
Considerada uma das principais obras estruturantes do Nordeste, a Transnordestina formará um corredor logístico estratégico para o transporte de grãos, minérios, combustíveis e outras cargas, conectando o interior produtor da região ao mercado internacional por meio do Porto do Pecém.
Dos R$ 15 bilhões previstos para a implantação da ferrovia, aproximadamente R$ 10 bilhões já foram executados. Os recursos restantes serão destinados à conclusão dos trechos em construção no Ceará e à segunda fase das obras no Piauí.

Área de influência concentra quase metade da população nordestina
O impacto econômico da Ferrovia Transnordestina reforça sua relevância estratégica. Em um raio de 300 quilômetros ao longo do traçado, estão concentrados 47,9% da população do Nordeste e são gerados 40,9% do Produto Interno Bruto (PIB) da região.
Nessa área de influência, o PIB soma cerca de R$ 509 bilhões, enquanto a média do PIB per capita dos municípios alcança R$ 14.667, evidenciando o potencial da ferrovia para fortalecer a competitividade regional, reduzir custos logísticos e ampliar o acesso aos mercados nacional e internacional.
Para a CEO do Grupo Marquise, Carla Pontes, a participação da companhia na Transnordestina reafirma o compromisso da empresa com obras que impulsionam o desenvolvimento do país.
“O Grupo Marquise construiu sua trajetória participando de obras que impulsionam o desenvolvimento do país. Ver novos trechos da Transnordestina sendo entregues reforça nossa convicção de que infraestrutura de qualidade é um dos principais motores da transformação econômica e social.”





