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Consumo de energia em julho sobe 3,1%

Os segmentos com as maiores altas foram saneamento (32,9%), seguido pela indústria têxtil (20,9%), comércio (20,4%), indústria de veículos (16,0%) e a metalurgia e produtos de metal (14,3%).
Os segmentos com as maiores altas foram saneamento (32,9%), seguido pela indústria têxtil (20,9%), comércio (20,4%), indústria de veículos (16,0%) e a metalurgia e produtos de metal (14,3%).

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) informou nesta semana que o consumo de energia elétrica no Brasil em julho subiu 3,1% ante o mesmo mês do ano passado, para 61.494 megawatts médios, em um ritmo semelhante ao período pré-pandemia.

No ano passado, as medidas de prevenção contra à Covid-19 afetaram fortemente a demanda por eletricidade. O consumo em julho deste ano, porém, cresceu também ante o mesmo mês de 2019, em 3,8%, pontuou a organização.

Para a CCEE, o avanço do consumo no Sistema Interligado Nacional (SIN) está atrelado a um bom desempenho dos principais setores da economia que adquirem eletricidade no mercado livre, ambiente em que grandes indústrias e centros comerciais podem negociar diretamente contratos de suprimento.

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O consumo aumentou 12,1% frente a 2020, considerando as novas cargas que migraram para o segmento nos últimos 12 meses. Já o consumo no mercado regulado, que atende pequenos comércios, pequenas e médias empresas e os consumidores residenciais, recuou 1,3% se consideradas as cargas que saíram desse ambiente no último ano –influência da migração para o segmento livre.

A CCEE disse ainda que, entre os 15 ramos de atividade econômica avaliados, apenas o setor de bebidas registrou queda no período, de 6,9%.

Os segmentos com as maiores altas foram saneamento (32,9%), seguido pela indústria têxtil (20,9%), comércio (20,4%), indústria de veículos (16,0%) e a metalurgia e produtos de metal (14,3%).

 

 

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