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Impacto do Brexit nas famílias britânicas: aumento de custos alimentares e restrições comerciais

Com uma economia em baixa e saídas contínuas de investidores, o Reino Unido enfrenta desafios, mas a recuperação da bolsa de valores britânica está trazendo otimismo e atratividade para os investidores globais.
Foto: Divulgação/WTTC

De acordo com uma nova pesquisa conduzida pela London School of Economics (LSE), uma das principais universidades do mundo em economia e ciências políticas, as famílias britânicas enfrentaram um custo significativo devido às barreiras comerciais impostas pelo Brexit. Essas restrições comerciais dificultaram consistentemente as importações de alimentos provenientes da União Europeia (UE), resultando em um aumento médio de US$ 308 nas despesas domésticas.

O mais recente relatório da LSE sobre o impacto do Brexit revela que o custo dos alimentos no Reino Unido aumentou em média 25% desde 2019. No entanto, os pesquisadores acreditam que esse aumento teria sido reduzido em quase um terço, alcançando apenas 17%, se as restrições comerciais pós-Brexit não estivessem em vigor.

Essas barreiras comerciais incluem principalmente burocracia adicional para a análise de mercadorias e verificações veterinárias para a entrada de gado no país. Como resultado, os alimentos se tornaram mais caros para as famílias britânicas, afetando suas despesas domésticas.

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Dados recentes de inflação do Office for National Statistics indicam que o Reino Unido possui a maior taxa de inflação de alimentos entre as nações industrializadas. Embora a medida de inflação do índice de preços ao consumidor tenha diminuído para 8,7% em abril, em comparação com 10,1% em março, a inflação de alimentos permaneceu alta, atingindo 19% no último ano.

Um relatório recente apresentado pelo Centre for European Reform revelou que o Brexit já custou ao Reino Unido US$ 40 bilhões em termos de comércio e investimento perdidos, confirmando que o impacto econômico é ainda pior do que se temia anteriormente.

Na semana passada, o porta-voz do primeiro-ministro Rishi Sunak refutou as críticas de proeminentes políticos eurocéticos em relação ao Brexit, afirmando que a saída do Reino Unido da União Europeia não foi um fracasso.

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