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Proposta da CNI para Mercado Regulado de Carbono: Receita de R$ 128 Bilhões em destaque

Imagem: Pixabay

Na terça-feira (20/06), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou ao governo federal sua proposta para o mercado regulado de carbono no Brasil. A entidade defende a implementação do modelo cap-and-trade, inspirado no sistema de comércio de emissões (ETS) da União Europeia. Esse modelo permitiria às empresas comprar e vender permissões para emitir gases de efeito estufa (GEE) de forma mais segura e transparente.

A CNI estima que a implementação desse mercado poderia gerar R$ 128 bilhões em receitas. A regulação desse setor teria um impacto significativo nas grandes indústrias, as quais buscam alinhar sua agenda com o futuro marco legal.

Durante um evento da CNI em Brasília, foi entregue ao presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB), um documento em formato PDF contendo as diretrizes da proposta. O secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Rodrigo Rollemberg, afirmou que a proposta da indústria dialoga com as ações já desenvolvidas pelo governo.

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Alckmin destacou que o projeto está sendo elaborado em conjunto por 17 ministérios e será apresentado ao Congresso Nacional. O ministro também ressaltou que a regulamentação desse mercado pode impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) em cerca de 5%, equivalente a aproximadamente 120 bilhões de dólares.

Essa proposta da CNI representa um avanço na busca por soluções sustentáveis no Brasil, incentivando a redução das emissões de gases de efeito estufa e estimulando a participação do setor privado nesse processo. A implementação do mercado regulado de carbono pode trazer benefícios econômicos e ambientais significativos, alinhando o país às diretrizes internacionais de combate às mudanças climáticas.

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