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Setores econômicos pressionam por alíquotas diferenciadas do IVA

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

 

No Brasil, a reforma tributária encontra obstáculos. Diversos setores econômicos buscam alíquotas diferenciadas no IVA. Essa medida visa evitar um aumento na carga tributária. O relatório de Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), a ser votado pela Câmara, sugere 25% no IVA para manter a neutralidade tributária.

Preocupações de Telecomunicações e Aviação

Companhias aéreas e operadoras de telecomunicações estão em alerta. Elas enfrentam o possível impacto da reforma. As aéreas, ainda se recuperando de crises, temem que 25% no IVA eleve seus custos anuais. Os valores variam entre R$ 3 bilhões e R$ 3,7 bilhões. As teles, por meio da Conexis Brasil, buscam a inclusão de taxas setoriais na base de cálculo do IVA. Elas propõem um teto de 7,8% para a CBS.

CNT e CNC Defendem Alíquotas Apropriadas

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) alerta para o aumento da carga tributária. O incremento estimado é de 29% a 41% para as transportadoras de carga. Assim, a CNT também busca uma alíquota diferenciada no IVA. Igualmente, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) se opõe ao IVA de 25%. Eles argumentam que isso dobraria o pagamento de impostos em algumas áreas, defendendo alíquotas mais justas.

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