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Participação feminina no agronegócio brasileiro cresce, aponta Cepea

(Foto: Orhun Rüzgar ÖZ/Pexels)

O agronegócio brasileiro, motor fundamental da economia, apresenta uma transformação significativa em sua força de trabalho. Conforme dados recentes do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, a presença feminina no setor está ganhando destaque e mostrando um crescimento vigoroso.

O Brasil, tradicionalmente reconhecido como potência agrícola, tem no agronegócio uma das principais alavancas de sua economia. E os números reforçam essa percepção: o setor hoje emprega mais de 28,1 milhões de trabalhadores, o que corresponde a impressionantes 27% da população ocupada do país.

Mas, além dos números grandiosos, uma tendência se destaca: o aumento da participação feminina no agronegócio. Apesar das mulheres ainda representarem uma parcela menor da força de trabalho, com 38,07%, é notável o ritmo acelerado de sua inclusão no setor. No primeiro trimestre, houve um crescimento de 1,3% no número de mulheres contratadas, superando o crescimento masculino, que foi de 0,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

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Esse movimento reflete uma mudança cultural e estrutural no agronegócio. A presença feminina, tradicionalmente sub-representada, começa a ganhar terreno, mostrando que as barreiras de gênero estão sendo progressivamente desafiadas e superadas. Essa evolução não só enriquece a diversidade do setor, mas também traz novas perspectivas e abordagens para os desafios do campo.

O agronegócio brasileiro, além de demonstrar sua força e relevância econômica, está passando por uma transformação significativa em termos de inclusão de gênero. O crescimento da participação feminina é uma tendência promissora que, espera-se, continue a ganhar ímpeto nos próximos anos.

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