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Otimismo com a economia cai entre eleitores de Lula

Otimismo com a economia cai entre eleitores de Lula
Foto: Ricardo Stuckert/AgênciaBrasil

Uma pesquisa recente do Datafolha, divulgada pelo jornal “Folha de S. Paulo”, revelou uma queda no otimismo em relação ao futuro da economia entre os eleitores do presidente Lula. Os resultados apontam uma mudança significativa de percepção desde dezembro de 2022.

No final de 2022, 79% dos eleitores de Lula acreditavam que a economia melhoraria nos próximos meses. No entanto, em setembro de 2023, esse índice caiu para 66%, indicando uma perda de confiança na recuperação econômica.

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A pesquisa, realizada nos dias 12 e 13 de setembro, entrevistou 2.016 pessoas em 139 municípios do Brasil, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.

Entre os eleitores do presidente Lula, o número de pessimistas em relação ao futuro da economia aumentou de 1% em dezembro para 5% em março e, agora, para 7%. Além disso, aqueles que acreditam que a economia permanecerá estável eram 18% em dezembro, mantiveram-se em 26% em março e subiram para 25% em setembro.

A pesquisa também destacou a persistência da polarização política no país, com eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentando previsões opostas. Entre os eleitores de Bolsonaro, 52% acreditam que a economia piorará nos próximos meses, enquanto 31% acreditam que ficará como está e 16% esperam melhorias.

Quando não separamos os eleitores de Lula e Bolsonaro, a tendência geral também é de queda no otimismo em relação ao futuro da economia. Em dezembro de 2022, 49% acreditavam em uma melhoria econômica iminente. Esse número caiu para 46% em março e para 41% em setembro. A estabilidade econômica foi a perspectiva de 28% em dezembro, 26% em março e 29% em setembro, enquanto o pessimismo cresceu de 20% em dezembro para 26% em março e 29% neste mês.

Além disso, a pesquisa mostrou que o otimismo em relação à situação econômica pessoal também diminuiu. Em dezembro de 2022, 59% dos entrevistados acreditavam que sua situação econômica pessoal melhoraria nos próximos meses. Em março, esse número caiu para 56% e, agora, para 55% em setembro.

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