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Mercado financeiro brasileiro vê dia de ganhos

(Foto: David McBee no Pexels)

Nesta terça-feira (19/12), o mercado financeiro experimentou um dia de ganhos, influenciado por fatores tanto externos quanto internos. O dólar comercial, em particular, fechou o dia vendido a R$ 4,865, marcando um recuo de R$ 0,04, o que representa uma queda de 0,81%. Com isso, o dólar alcançou seu menor nível em um mês, caindo para abaixo de R$ 4,90. Outras variações cambiais incluem o Dólar Turismo, que diminuiu 0,79%, sendo cotado a R$ 5,065, a Libra, que teve um leve aumento de 0,01%, a R$ 6,193, o Peso Argentino, que caiu 0,79%, a R$ 0,006, e o Bitcoin, que reduziu 1,34%, sendo negociado a R$ 207.536,500.

Além disso, o mercado de ações mostrou otimismo. O índice Ibovespa, principal indicador da B3, encerrou o dia com uma alta de 0,59%, alcançando 131.851 pontos.

Confira o movimento no mercado de ações:

+Altas:

  1. BRKM5.SA
    • Variação: +7,15%
    • Preço Atual: R$ 19,47
  2. DXCO3.SA
    • Variação: +3,97%
    • Preço Atual: R$ 8,38
  3. RAIZ4.SA
    • Variação: +3,37%
    • Preço Atual: R$ 3,99
  4. SOMA3.SA
    • Variação: +3,27%
    • Preço Atual: R$ 6,95
  5. CMIN3.SA
    • Variação: +3,21%
    • Preço Atual: R$ 7,40

+Baixas:

  1. EMBR3.SA
    • Variação: -2,74%
    • Preço Atual: R$ 22,74
  2. PCAR3.SA
    • Variação: -2,7%
    • Preço Atual: R$ 3,96
  3. PETZ3.SA
    • Variação: -2,59%
    • Preço Atual: R$ 3,76
  4. GGBR4.SA
    • Variação: -2,46%
    • Preço Atual: R$ 22,96
  5. BHIA3.SA
    • Variação: -1,86%
    • Preço Atual: R$ 10,05

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) melhorou a classificação de crédito do Brasil, marcando um progresso depois de doze anos. A nota do país foi elevada de BB- para BB, refletindo um aumento na confiança do mercado. A última vez que a S&P havia elevado a classificação do Brasil foi em 2011. Desde essa data, o Brasil passou por várias reduções na sua nota, incluindo a perda do status de grau de investimento em 2015.

No cenário interno, a divulgação da ata da última reunião do Copom trouxe ânimo aos investidores. O Banco Central sinalizou cortes na Taxa Selic, indicando reduções de 0,5 ponto percentual até março, uma decisão que mantém os juros brasileiros atraentes em comparação aos dos Estados Unidos.

O panorama internacional também favoreceu esse otimismo no mercado financeiro brasileiro. A alta contínua no preço do petróleo e a queda do dólar no mercado global contribuíram para a desvalorização da moeda americana no Brasil.

Ademais, o recente relatório “World Economic Outlook” do Fundo Monetário Internacional (FMI) colocou o Brasil na nona posição entre as maiores economias do mundo, com um PIB de US$ 2,13 trilhões, ultrapassando países como Canadá, Rússia e Arábia Saudita.

Por fim, a perspectiva do presidente do Banco Central americano sobre os juros nos EUA trouxe mais otimismo, levando analistas a preverem uma redução ainda maior dos juros brasileiros nos próximos anos.

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