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Comércio China-Rússia cresce; EUA em declínio

Comércio China-Rússia cresce; EUA em declínio
(Foto: Sergei Karpukhin/TASS/Kremlin/Divulgação)

O ano de 2023 marcou uma mudança significativa nas relações comerciais globais, com a China e a Rússia atingindo um novo marco no comércio bilateral. Segundo dados recentes, o volume de comércio entre os dois países alcançou um recorde de 240 bilhões de dólares, um aumento de 26,3% em relação ao ano anterior. Esse crescimento superou a meta de 200 bilhões estabelecida em acordos bilaterais, refletindo uma aproximação política e econômica entre as duas nações, especialmente após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.

Paralelamente, observou-se uma diminuição nas relações comerciais entre a China e os Estados Unidos. Pela primeira vez desde 2019, o comércio sino-americano sofreu uma queda, registrando uma redução de 11,6% em relação ao ano anterior, totalizando 664 bilhões de dólares. Essa mudança representa uma alteração significativa na dinâmica econômica global.

No entanto, apesar do aumento do comércio com a Rússia, a China enfrentou uma queda nas exportações globais. O número caiu 4,6% em comparação com o mesmo período do ano passado. Esta foi a primeira redução desde 2016, indicando um cenário econômico desafiador. As importações chinesas também sofreram uma queda, diminuindo 5,5%.

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Países ocidentais têm criticado a posição da China em relação à guerra na Ucrânia. Pequim afirma manter uma posição neutra e tem evitado condenar a invasão russa, o que contribuiu para o fortalecimento das relações sino-russas. Essa aproximação é vista como um movimento estratégico em um contexto global cada vez mais polarizado.

Em resumo, o ano de 2023 apresenta um cenário de realinhamento nas relações comerciais internacionais. Enquanto a China reforça laços com a Rússia e se distancia dos Estados Unidos, surge uma nova fase na geopolítica econômica mundial.

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