Bullying e Cyberbullying: os pais são vitais para rede de apoio – por Alissa Costa Venuto

Psicóloga Alissa Costa Venuto (Foto: Divulgação/Sesc)

A preocupação dos pais com o bem-estar emocional de seus filhos recebeu um novo capítulo na última segunda-feira, 15, com a sanção de uma lei pelo Governo Federal. Essa legislação incorpora o bullying e o cyberbullying como crimes no Código Penal brasileiro, refletindo a necessidade de adaptação constante diante dos cenários pedagógicos em evolução.

Diálogo Aberto: A Base da Prevenção

Para combater essas práticas prejudiciais, a base está no diálogo aberto com os filhos. Incentivar a partilha de experiências e estar atento a mudanças repentinas de comportamento, como isolamento ou relutância em frequentar a escola, são ações fundamentais.

(Foto: Divulgação/Sesc)

Supervisão Online: Conhecimento e Comunicação

No âmbito digital, a supervisão das atividades online dos filhos é crucial. Conhecer as redes sociais que utilizam e compreender suas interações ajuda a identificar possíveis situações de cyberbullying. Estabelecer regras claras sobre o uso da internet e incentivar a comunicação sobre desconfortos são tarefas desafiadoras, mas o acompanhamento é essencial para evitar que o problema se agrave.

Educação para a Inclusão: Formando Cidadãos Conscientes

A educação dos filhos sobre o respeito às diferenças desde cedo promove uma cultura de inclusão. Ensinar empatia e destacar o impacto das palavras e ações nas outras pessoas é crucial para moldar cidadãos conscientes. Aliado a isso, o estímulo à denúncia de casos de bullying, tanto na escola quanto online, cria um ambiente de apoio para as vítimas compartilharem suas experiências.

Colaboração Essencial: Pais, Escola e Comunidade em Ação

A colaboração entre pais, escola e comunidade é essencial. Participar de reuniões escolares, conhecer os profissionais envolvidos na educação dos filhos e ficar atento às políticas anti-bullying da escola são medidas que fortalecem a rede de apoio. Juntos, pais e educadores podem criar um ambiente seguro, onde as crianças se sintam protegidas, tanto no mundo físico como no virtual.

 

*Opinião – por Alissa Costa Venuto, psicóloga do Sesc Fortaleza.

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